No próximo dia 11 de novembro o prefeito e os futuros gestores voltam as barras dos tribunais para tentar explicar o suposto abuso de poder econômico nas eleições para favorecer Delei do Bananal.

Além de afronta o MPMG, o eventual prefeito classificou investigação do órgão ministerial. “Isso é perseguição, como tantas outras. Eu vi a promotora como peserguição e abuso de poder. Isso é mais uma perseguição. Quem julga é o juiz. Isso é mais uma peserguição. Eu nunca vi promotora envolver com isso. Eu andando na rua ela ela deixou o gabinete dela e me afrontou na rua. Isso é abuso de poder. Tudo que ela fala é perseguição. Deus está na frente. Tudo vai dar certo”, acusou o prefeito.
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