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Morador de Congonhas diz ter sido vítima de perseguição e agressão após ser acusado injustamente: “Quero justiça”

Um jovem de 27 anos, identificado como Agner, afirma estar sofrendo as consequências de uma acusação falsa que teria motivado uma agressão violenta meses depois. O caso, segundo ele, começou no dia 9 de novembro de 2024, quando uma briga em frente ao Cachorrão do Leno, na Avenida JK, em Congonhas (MG), terminou com seu nome ligado a um suposto ataque contra um idoso — fato que ele nega.

Agner conta que foi chamado ao local para conter a confusão e que, ao chegar, viu um homem, sob efeito de drogas e álcool, sobre um idoso. “Gritei para que ele soltasse o idoso. Quando a vítima conseguiu se desvencilhar e correu, o agressor veio para cima de mim”, relembra.

De acordo com ele, as imagens das câmeras de segurança da lanchonete não mostram tudo que aconteceu. “As filmagens foram cortadas. A parte que aparece é só eu batendo no indivíduo, mas não mostram como começou. Fui levado pela polícia, contei a minha versão e fui liberado. Depois, começaram a postar esses vídeos nas redes sociais e no WhatsApp, junto com fotos minhas, me acusando de tentativa de homicídio contra um idoso”, relata.

Agner diz que a história foi criada por familiares da vítima e que chegou a ser confrontado por uma parente do idoso. “Me incriminaram. Saí como vilão. Até que todo mundo descobriu que era mentira e ficou por isso mesmo”, afirma.

No entanto, a repercussão teria gerado um novo episódio de violência. Em janeiro de 2025, segundo Agner, ele foi seguido da barbearia onde havia cortado o cabelo até a Travessa José Tomás Vieira, próximo à sua casa, e atacado por dois homens. “Durante a agressão, quase perdi parte da orelha. Precisei passar por uma cirurgia reparatória simples”, conta.

Ele acredita que a agressão foi motivada pela acusação anterior. “Isso foi por conta daquela mentira. Um dos agressores, chamado Freed, teria saído da cidade algum tempo depois, mas os outros continuam por aí, sem terem sido levados à Justiça”, diz.

Agner contratou uma advogada para acompanhar as investigações e espera que os responsáveis sejam punidos. “Fui vítima duas vezes: primeiro, da calúnia; depois, da violência física. Só quero que a verdade apareça e que a Justiça seja feita”, conclui.

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