A posição estratégica e a infraestrutura eficiente de Jundiaí foram fatores decisivos para que o município paulista abrigasse a maior fábrica da Coca-Cola do mundo em volume de produção. A unidade ocupa cerca de 180 mil metros quadrados, emprega mais de mil trabalhadores e, em 2013, alcançou a marca de 1,7 bilhão de litros de bebidas produzidos.
A produção abastece grande parte do estado de São Paulo, incluindo a capital, além de regiões de Minas Gerais. Mais recentemente, a fábrica passou a contar com um enorme armazém vertical, com 23 metros de altura, 100 metros de largura e 75 metros de profundidade. A estrutura comporta o equivalente a quatro dias de produção, otimizando a logística e reduzindo o tempo de distribuição.
Fábrica tem capacidade produtiva impressionante
Além da capacidade produtiva impressionante, a unidade de Jundiaí se destaca pelo uso de tecnologia avançada e automação em diversas etapas do processo industrial. Linhas de envase de alta velocidade, sistemas de controle de qualidade em tempo real e monitoramento logístico integrado garantem eficiência, padronização e redução de desperdícios.
A fábrica também segue diretrizes globais da Coca-Cola voltadas à sustentabilidade, com iniciativas de economia de água, reaproveitamento de resíduos e redução da emissão de carbono. Essas práticas, aliadas à escala de produção e à localização estratégica no interior paulista, consolidam a unidade como um dos principais pilares da operação da marca no Brasil e no mundo.
Tecnologia, logística e sustentabilidade em escala global
A unidade instalada em Jundiaí reúne processos industriais de ponta que colocam o Brasil em posição de destaque dentro da operação global da Coca-Cola. A combinação entre automação, alto volume de produção e controle rigoroso de qualidade permite atender milhões de consumidores diariamente, mantendo padrões internacionais da marca.
Além da eficiência produtiva, a fábrica também reflete a estratégia de longo prazo da empresa no país. Investimentos contínuos em infraestrutura, inovação e práticas sustentáveis reforçam o papel da planta paulista como um centro estratégico, capaz de integrar desenvolvimento econômico local com operações de alcance mundial.



