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AMM se reúne com TCE e Copasa e diz que cidades terão ‘direito de decidir’

Presidente de entidade dos municípios esteve no tribunal. Estatal que cuida do saneamento de MG passa por processo para ser privatizada.

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), garantiu que atuará para assegurar os direitos dos prefeitos no processo de desestatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A declaração foi dada nesta sexta-feira (6/2), em um vídeo divulgado no perfil do Instagram da entidade, após reunião com representantes da companhia no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“Defendendo aqui as prerrogativas dos municípios, dos prefeitos e prefeitas, das gestões municipais sobre a preocupação que nós temos em relação a esse processo avançar sem a devida participação dos municípios. É onde as coisas acontecem. Os prefeitos são quem são cobrados, que vivem o dia a dia. A gente já vem sustentando isso”, declarou Falcão, na publicação de “balanço” da agenda.Play Video

Na manhã de ontem, ele esteve na sede do TCE e participou da Mesa de Conciliação, com foco na adequação da companhia ao novo marco legal do saneamento básico. O resultado da reunião não foi divulgado, segundo o tribunal, porque nessas reuniões “são tratadas informações de natureza técnica e sigilosa, com o objetivo de promover a composição entre as partes e assegurar o adequado andamento dos trabalhos”. O próximo encontro será no dia 27 de fevereiro. 

No vídeo, Falcão destacou que, se depender dele, os prefeitos terão direito de fazer o que for melhor em relação ao sistema de abastecimento de água e saneamento básico. “Estamos fazendo o trabalho que a AMM precisa fazer para que as prerrogativas dos municípios e os direitos dos prefeitos e prefeitas sejam respeitados. Então, esse processo vai transcorrer, se depender da gente, com tranquilidade, com transparência e cada um vai ter o direito de fazer o que for melhor para o seu município,” afirmou.
 
O governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom), disse que não comenta entrevistas ou declarações.

FONTE: O TEMPO

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