O domingo, 1º de março, ganhou cores, risadas e cheiro de pipoca espalhado pelo ar. O Rua Viva, realizado no Centro Comunitário dos Moradores do Bairro Cachoeira, que cedeu gentilmente o espaço para o evento, virou ponto de encontro de famílias de toda Lafaiete. Veio gente do Siderúrgico, do Lima Dias, do São Benedito, do Areal e de muitos outros cantos da cidade. O espaço coberto ficou completamente tomado. Crianças disputavam pipoca ainda quentinha, corriam para os brinquedos infláveis como se estivessem entrando em um parque de diversões e voltavam com o sorriso impossível de esconder. O algodão doce coloria as mãos e deixava a tarde ainda mais doce. E os brindes. Foram muitos. Sacolas, lembranças, pequenos presentes distribuídos ao longo da programação fizeram a alegria da garotada. E dos adultos.


Teve criança saindo com os braços cheios, mostrando orgulhosa o que tinha ganhado. Cada entrega era recebida com olhos brilhando. A pintura facial também virou atração principal. Filas se formaram durante todo o evento. Crianças escolhiam borboletas, heróis, flores e personagens. Mas o que mais encantou foi ver os adultos participando aos montes. Pais e mães sentaram nas cadeiras e também saíram com desenhos no rosto. A formalidade ficou do lado de fora. Dentro do salão, só havia leveza.



Promovido pela Ekosom – Centro de Medicina Diagnóstica, o Rua Viva mostrou que saúde também pode ser celebrada com alegria. Enquanto as crianças brincavam, equipes realizavam testes de glicemia, aferição de pressão arterial e ofereciam orientações importantes, aproximando prevenção da comunidade. Um dos sócios da Ekosom, Glaycon Franco, acompanhou a movimentação e destacou o impacto da ação. “Ver esse espaço cheio, famílias de vários bairros juntas e tantas crianças felizes recebendo brindes, brincando e cuidando da saúde é a prova de que o Rua Viva já é da cidade. Isso aqui é compromisso social de verdade”, afirmou. Ele reforçou o propósito da iniciativa. “A gente acredita que saúde também é proximidade. É estar no bairro, é ouvir as pessoas, é criar momentos positivos. O que vimos aqui hoje foi a cidade pulsando.”

Entre as apresentações culturais, o Xadrez Dance levantou aplausos e colocou o público para dançar. Wellington resumiu a experiência.
“Foi fantástico. Crianças e adultos participaram intensamente, sorriram, dançaram e viveram o momento. Eventos assim criam memória boa para a comunidade.”
Ao final da programação, o espaço ainda estava cheio de conversas, risadas, rostos pintados e sacolas carregadas de brindes. O Rua Viva não foi apenas um evento.
Foi uma tarde em que Lafaiete se reuniu para celebrar, cuidar e fortalecer seus laços.









