A poesia de Odil já nasceu dentro dele. A vivência rural, o campesinato, o silêncio das plantas e o voo dos pássaros são hábeis em construir poeta. É a isto que chamanmos de Circuito Paraopeba de Cultura. Neste detalhe, a poesia de Odil é a poesia do Caeté, do Rio Paraopeba enquanto jovem, do Mato Dentro, do São Gonçalo, do Santa Cruz, dos campinhos de pelada, dos meninos que vendem quitanda de casa em casa.
Católico exemplar, é leiloeiro de grande expressão regional, circulando pelas festas tradicionais de nossa região, reverberando as prendas e os donativos, quase sempre voltado para contribuições sociais e de apoio afetivo e material aos mais necessitados.



Como boleiro e centroavante obstinado dos campos de várzea, principalmente vestindo a camisa do Santa Cruz, fez das festas populares, do futebol (com sua magia) e do amor aos livros, os pilares de sua contundente poesia. Pescador, truqueiro, contador de “causos” e boa praça. Um grande poeta espelhando em seus versos a vivência de um povo humilde, valente e afetuoso. Vivas, mais uma vez, ao Circuito Paraopeba de Cultura!


SERVIÇO: Lançamento do livro “AINDA É CEDO”
Lesma editores, 80 pgs, Literatura Brasileira, 2026
Autor: Odil Resende
Dia: 9 de maio, 19 horas
Local Centro Cultural Narciso de Queiros
(Rua Barão de Suassuí, 231)
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