O desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), tornou-se alvo de investigações após uma série de denúncias de abuso sexual e assédio virem à tona, totalizando ao menos cinco possíveis vítimas até o momento, incluindo relatos de ex-estagiárias e até de um primo do magistrado, que afirmou ter sofrido uma tentativa de abuso aos 14 anos de idade.
Diante da gravidade dos fatos, as consequências para o desembargador podem variar de advertências até a aposentadoria compulsória, além de possíveis desdobramentos na esfera penal. Além disso, juristas e especialistas questionam a validade de outras decisões proferidas por ele, especialmente após a revelação de que o magistrado teria utilizado ferramentas de Inteligência Artificial para redigir o voto que inicialmente favoreceu o agressor da criança, o que gerou pedidos de revisão de seus atos judiciais anteriores.




