A situação da MG 833, conhecida como “estrada do Macuco”, que liga Itaverava, Lamim, Santana dos Montes, Catas Altas da Noruega e Rio Espera, voltou ao centro das discussões regionais, reacendendo críticas da população e levantando questionamentos sobre promessas antigas que, até hoje, não se concretizaram. Em março de 2022, um encontro realizado no gabinete do deputado estadual Zé Guilherme, com a presença do então prefeito José Flaviano Pinto, conhecido como Nô, além de lideranças políticas, como também diretor do DER, Robson Santana, buscou uma solução para uma demanda antiga da regiãos. Na época, a reunião foi apresentada como um passo importante rumo à melhoria da infraestrutura local.
No entanto, passados quase quatro anos, o cenário permanece praticamente inalterado. Motoristas, produtores e moradores continuam enfrentando estradas deterioradas, buracos, trechos críticos e dificuldades constantes de deslocamento. Não há registros de intervenções estruturais capazes de modificar de forma significativa a realidade discutida naquele encontro. Um vídeo da promessa de asfaltamento foi resgatado por internautadas e enviado a nossa redação.
“Não podemos mais aceitar o isolamento e o perigo constante”, afirmou uma das moradoras que participou do ato, relatando os impactos diretos na vida das famílias. Além das críticas, os manifestantes também rejeitaram soluções paliativas, como operações de tapa-buracos, que, segundo eles, não resolvem o problema de forma definitiva.
COBRANÇA POR SOLUÇÃO REAL
A principal reivindicação é clara: o asfaltamento completo da MG-833. Enquanto novos anúncios surgem, a realidade segue a mesma para quem depende diariamente dessas estradas. Entre promessas e discursos, cresce a cobrança por ações concretas.
A pergunta que fica é direta: desta vez, a obra sai do papel ou será apenas mais um capítulo de uma história que se repete?





