Fezes de pombos colocam em risco a cantina de escola municipal bem próxima a fezes de pombos
Uma denúncia grave escancara a precariedade na área da saúde em uma das cidades mais ricas de Minas Gerais. Imagens registradas mostram que a lavanderia da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada no bairro Praia, funciona em condições consideradas insalubres, com acúmulo intenso de dejetos de pombos no local. O cenário registrado é alarmante. No vídeo, o combativo parlamentar, Igor Souza (PL), classifica a situação como “vergonhosa” ao mostrar o chão do setor completamente coberto por fezes de aves, durante a sessão nesta manhã (5), na Câmara. A camada é tão espessa que, à primeira vista, pode ser confundida com o próprio piso, evidenciando a falta de limpeza e manutenção adequada em um ambiente que deveria seguir rigorosos padrões de higiene.
A lavanderia é responsável pela higienização de materiais da unidade de saúde, o que torna o problema ainda mais grave. O trabalhador que atua no local estaria exposto diariamente a condições inadequadas, convivendo com forte odor e riscos biológicos, em um espaço onde a esterilização deveria ser prioridade absoluta.
Outro fator que agrava a denúncia é a proximidade do setor com a Escola Municipal Michael Pereira de Souza. A lavanderia fica a poucos metros da cantina da instituição, levantando um alerta imediato para a saúde dos estudantes. Pombos são conhecidos por transmitirem doenças e fungos que podem se espalhar pelo ar, aumentando o risco de contaminação.
A situação gerou cobrança direta por providências urgentes por parte do poder público. O caso foi direcionado à Secretaria Municipal de Saúde e à Vigilância Sanitária, com pedidos de intervenção imediata para limpeza do local e controle da presença de aves. O episódio expõe falhas graves na gestão de um serviço essencial e levanta questionamentos sobre as condições estruturais da rede pública de saúde do município. Até o momento, não há informações oficiais sobre medidas adotadas ou prazos para resolução do problema. “Esta situação já de intervenção da vigilância sanitária”, concluiu Igor.
Enquanto isso, moradores e trabalhadores seguem preocupados com os riscos à saúde, em um cenário que contrasta com a realidade financeira de Congonhas, frequentemente destacada entre os municípios com maior arrecadação do estado. A reportagem está aberta a manifestação da prefeitura.











