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COLAPSO EM Carandaí: filas de bancos levam clientes ao limite e SAMU socorre mais duas pessoas com mal estar

A situação nas filas de banco em Carandaí segue se agravando e já é considerada crítica por moradores, um colapso no serviço. Na tarde desta quarta-feira, logo após o horário de almoço, novos casos de mal-estar foram registrados entre pessoas que aguardavam atendimento. Ainda pela manhã (6) foi socorrida após passar mal também após longa espera para atendimento. De acordo com relatos, um cliente precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) após passar mal na fila. Em outro caso, registrado pouco tempo depois, uma pessoa não resistiu ao mal-estar e precisou ser levada às pressas de táxi até o hospital.

Ainda pela manhã (6) uma mulher foi socorrida após passar mal também após longa espera para atendimento. As cenas têm se repetido diariamente: idosos, trabalhadores e moradores expostos ao sol, sem qualquer estrutura mínima, enfrentando horas de espera para conseguir atendimento bancário. A falta de organização, de funcionários e de condições adequadas tem gerado revolta na população.

O problema, que já havia sido denunciado anteriormente, ganha contornos ainda mais graves com o aumento dos atendimentos de urgência. Para muitos moradores, a situação ultrapassou o limite do aceitável e passou a representar risco real à saúde e à vida. Diante do cenário, cresce a pressão por medidas imediatas das autoridades e dos órgãos de fiscalização, enquanto a população cobra respeito, dignidade e soluções urgentes para o caos no atendimento bancário em Carandaí.

Ação

Diante da gravidade, o vereador Luiz Antonio Henriques Júnior formalizou uma denúncia na Câmara Municipal, classificando a situação como “descaso”. O parlamentar encaminhou representação a órgãos como o Ministério Público de Minas Gerais, o Procon e o Banco Central do Brasil, solicitando providências urgentes.

Segundo o documento, clientes têm enfrentado horas de espera sem qualquer estrutura adequada, ficando expostos ao sol, chuva e frio. Entre as principais falhas apontadas estão a falta de organização das filas, número insuficiente de funcionários, ausência de espaço apropriado para atendimento e deficiência no cumprimento da prioridade legal para idosos.

A denúncia também levanta possíveis violações ao Código de Defesa do Consumidor, especialmente no que diz respeito à prestação eficiente de serviços e à proteção de públicos vulneráveis. Entre as medidas solicitadas estão a abertura de procedimentos administrativos, fiscalização imediata da agência, adoção de ações emergenciais para garantir condições dignas de atendimento e aplicação de penalidades, caso irregularidades sejam confirmadas.

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