Mais um escândalo em Congonhas. Um imóvel de 2 mil metros quadrados, localizado em área nobre da região central de Congonhas, tornou-se o centro de uma polêmica nesta semana. O vereador Igor Sousa (PL) utilizou suas redes sociais para denunciar o estado de abandono do chamado “Galpão do Aurélio”, um patrimônio público que custou R$ 6,5 milhões aos cofres municipais e que, atualmente, serve apenas como depósito de entulho e materiais sucateados. O galpão foi desapropriado pela gestão anterior com o intuito de abrigar serviços públicos, dada a sua localização estratégica e dimensões. No entanto, o vídeo divulgado pelo parlamentar revela um cenário de desperdício. O que se vê no interior do imóvel é um “cemitério” de bens públicos: camas hospitalares, mobiliário escolar (cadeiras e carteiras), motores e móveis de escritório amontoados em meio à sujeira.
“A prefeitura está agindo na contramão de tudo. É um bem público de 6,5 milhões de reais sendo pessimamente utilizado, transformado em lixão pela atual gestão”, afirmou o vereador durante a fiscalização.
O custo do descaso
Além do valor imobilizado no galpão, a denúncia levanta um ponto crítico sobre a gestão financeira do município. Segundo o parlamentar, enquanto o imóvel próprio de 2 mil metros permanece subutilizado e repleto de materiais apodrecendo, a Administração Municipal mantém o pagamento de aluguéis na região central para o funcionamento de secretarias e órgãos públicos.A denúncia será levada ao plenário da Câmara Municipal de Congonhas. O parlamentar questiona a falta de planejamento e o zelo com o patrimônio, destacando que materiais como as camas e as carteiras escolares poderiam estar servindo à população em postos de saúde e unidades de ensino, em vez de sofrerem a ação do tempo nso depósito. “Cidade rica, povo pobre!”, sintetizou.
A denúncia foi levada ao plenário da Câmara Municipal de Congonhas. O parlamentar questiona a falta de planejamento e o zelo com o patrimônio, destacando que materiais como as camas e as carteiras escolares poderiam estar servindo à população em postos de saúde e unidades de ensino, em vez de sofrerem a ação do tempo no depósito.





