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Congonhas recebe melhorias de acessibilidade estrutural em quatro de seus principais equipamentos culturais

Cerimônia de entrega no dia 13 de maio, às 9 horas, no Museu de Congonhas, irá apresentar e entregar formalmente todas as melhorias de acessibilidade estrutural realizadas na cidade.

Congonhas está mais acessível e inclusiva para as pessoas com deficiência. A cidade recebeu melhorias de acessibilidade estrutural no Museu de Congonhas, Centro Cultural da Romaria, Teatro Dom Silvério e Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Desde agosto de 2025, um grupo de trabalho em acessibilidade realizou visitas técnicas, estudos e projetos de melhorias nos equipamentos culturais. O resultado desses trabalhos será apresentado ao público na próxima quarta-feira, dia 13 de maio, às 9h, no Museu de Congonhas, em cerimônia aberta ao público e que contará com a presença do prefeito de Congonhas, Anderson Cabido. O projeto conta com o patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, apoio da Prefeitura Municipal de Congonhas, realização da Cultura Criativa e Governo de Minas Gerais.

As ações de acessibilidade que estão sendo entregues fazem parte do projeto Festival Palácio para Todos Itinerante, que teve sua 1ª edição realizada no Palácio das Artes, em 2024, e que fez sua 1ª itinerância em 2025 pelo interior de Minas Gerais. Em Congonhas, além das ações estruturantes de acessibilidade, foi realizado também um festival de cultural gratuito e inclusivo, entre os dias 10 e 12 de outubro de 2025, como parte das entregas previstas no projeto. O projeto conta com um grupo de trabalho formado por consultores que representam cada tipo de pessoa com deficiência (física, auditiva-surda, visual e intelectual). O que dá ainda mais força e representatividade ao projeto e às ações implementadas.

“Destaco alguns pontos neste projeto: valoriza a diversidade de pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes, incrementa a acessibilidade como algo estrutural para deixar um legado de acessibilidade e não só um recurso pontual. E o protagonismo da pessoa com deficiência, a partir do momento em que o projeto é desenvolvido com as pessoas com deficiência e não para elas”, explica Gabriel Aquino, pessoa com deficiência visual, fundador da Empresa Vias Acessíveis e que atua no projeto como coordenador de acessibilidade.

Diversas melhorias já poderão ser percebidas pelo público visitante a partir de agora. No Santuário do Bom Jesus de Matosinhos foi instalada uma rampa móvel para acesso de cadeirantes à Igreja do Bom Jesus, um marco histórico para a cidade, pois pela primeira vez uma pessoa cadeirante poderá acessar de forma autônoma uma igreja que foi construída há mais de 250 anos. O Museu de Congonhas também está de cara nova. Quem entra nas suas dependências logo percebe a presença de um mapa tátil e de pisos táteis direcionando os percursos dos dois pavimentos do museu, permitindo agora a acessibilidade de forma autônoma de pessoas com deficiência visual. A instalação de mapa e pisos táteis foi feita também no Teatro Dom Silvério, que além dessas melhorias, agora terá no interior do teatro, espaço sinalizado para a presença de cadeirantes. E as novidades não param por aí. O Centro Cultural da Romaria ganhou uma nova sinalização de seus ambientes, com braile, linguagem universal e todas as especificações de acessibilidade de sinalização exigidas pela legislação.

“É um momento histórico para a cidade de Congonhas no que se refere à inclusão e acessibilidade de seus equipamentos culturais. De uma só vez, conseguimos efetuar melhorias substanciais na acessibilidade estrutural de quatro equipamentos culturais dos mais importantes para a cidade e o estado de Minas Gerais. Nesta cerimônia, finalizamos um importante projeto de cultura e inclusão em Congonhas, e cumprimos o compromisso estabelecido pelo projeto, de deixarmos um legado para a cidade e a população de melhorias na sua acessibilidade estrutural”, comenta Fred Torres, diretor da Cultura Criativa, proponente do projeto.

Cemig: a energia da cultura

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia.

Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação.

Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos

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