Estudo prevê a proibição de tráfego em frente à Matriz e ainda busca solução para a circulação de carretas e ônibus

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O tamanho do nó que vive o trânsito de Lafaiete pôde ser aferido em reunião na Promotoria local, realizada na segunda-feira (2). O encontro visava debater as questões referentes a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que prevê a apresentação do estudo de tráfego. A medida foi proposta pelo promotor Glauco Peregrino, visando a preservação do patrimônio histórico e cultural.

No documento apresentado para debate são propostas diversas medidas como a proibição do tráfego de veículos em frente a Matriz de Nossa Senhora da Conceição. O espaço deve alocar apenas o ponto de táxi, situado ao lado do templo. O promotor ressaltou a importância desse patrimônio e observou que as medidas devem levá-lo em consideração.

Estudo desestimula o trânsito de carro na Melo Viana/DIVULGAÇÃO

Para além da igreja, o estudo atenta para outros diversos gargalos no trânsito e possíveis soluções no hipercentro de Lafaiete. Em relação às constantes retenções na rotatória da praça Chiquito Furtado, há a proposta de alterações nos retornos, mudança no acesso à rua Tavares de Melo e alterações em vagas de estacionamento.

Outro ponto nevrálgico é nas ruas Dias de Souza, Artur Bernardes, Rodrigo Maia e Benjamim Constant. Nessas vias são cogitadas alterações no tempo dos semáforos, mudanças nos locais onde é permitido o estacionamento de veículos e implementação de rotas alternativas.

Pedestres

Na rua Melo Viana, foi apresentada a proposta para desestimular o trânsito de veículos e incentivar o tráfego de pedestres no principal centro de compras da cidade. Ainda foi levantada a hipótese de ligar a avenida Professor Manoel Martins à estrada para Ouro Branco.
A Sociedade de Engenheiros e Arquitetos da Região do Alto Paraopeba (Sorear) também contribuiu com ponderações acerca da mobilidade urbana como as travessias de pedestres na avenida Telésforo e também o contorno da BR-040, que ainda depende de inclusão no novo edital de licitação da rodovia.
O estudo ainda terá o prazo de 30 de setembro para ser complementado, uma vez, que o Ministério Público considerou haver omissão em relação à proteção do patrimônio histórico e cultural no documento apresentado.

Foto Capa: Giovanni Pablo

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