Lafaiete encerra julho com a menor taxa de óbitos por 100 mil habitantes na Macro Centro-Sul e 3ª em nível nacional

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Entre os municípios da Macro Centro-Sul que registraram óbitos pela covid-19, Lafaiete é o que teve a taxa mais baixa taxa de mortes por 100 mil habitantes. Esse critério leva em conta ainda a população de cada cidade. Para se chegar à média, basta dividir o número de óbitos pelo total de habitantes e multiplicar por 100 mil.
A taxa de mortos por 100 mil habitantes é inferior a de outros municípios, que em abril, eram apontados como mais preparados para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, como é o caso de Barbacena e São João Del Rei. A taxa permite também comparar os números de Lafaiete com o das cidades com população inferior.
Por essa mesma metodologia, Lafaiete chegou a ficar, no dia 29 de julho, entre as cinco cidades do Brasil em relação às mortes per capta e, na segunda-feira (3) ficou entre os três melhores municípios do Brasil. O dado leva em conta cidades com mais de 100 mil habitantes. O resultado foi apresentado por Henrique Dantas, brasileiro radicado no EUA, e foi baseado em dados do Ministério da Saúde.
A administração municipal ressaltou que esse resultado foi alcançado devido aos esforços com a implantação de ações pontuais. “Conselheiro Lafaiete estruturou sua rede hospitalar, criou o Hospital de Campanha reforçando o sistema de assistência à saúde, ampliou o número de leitos clínicos e de UTI. Com isso, tornou-se referência na microrregião, atendendo onze municípios neste enfrentamento. Obtém agora resultados positivos em estatísticas em nível nacional”, destacou o prefeito Mário Marcus (DEM).

Avalição

A progressão a “onda amarela”, que começa neste sábado (8), acontece após análise situação de Lafiaete em relação ao número de casos de COVID-19 e a rede hospitalar disponível. Conselheiro Lafaiete, além de manter a estrutura adequada da rede de assistência à saúde, apresentou índices favoráveis de números de casos e ocupação de leitos, o que permitirá a abertura de serviços não essenciais, contemplados pela nova definição da onda amarela.
A avaliação a partir de agora passa a ser em nível microrregional, sendo que o plano foi reformulado, após consulta pública, para se adaptar ao atual momento da pandemia em cada região, mantendo como prioridade a saúde da população. “Solicitamos que mesmo com a abertura de novos comércios a população e os empresários continuem observando as normas de funcionamento para que possamos continuar progredindo nas ondas, que é benéfico à economia do município”, concluiu.