A Câmara de Ouro Branco aprovou a denominação do Mercado Municipal, atualmente em construção na avenida Mariza, como “Mercado Municipal dos Tropeiros Marcos Barata”. A iniciativa presta homenagem a Marcos Augusto Erse Barata de Pinho, falecido em junho deste ano, reconhecido em Ouro Branco e na região por sua atuação empresarial e por sua participação em atividades comunitárias e culturais.
Marcos Barata, com seu sorriso aberto e humilidade, era conhecido por dialogar com diferentes grupos políticos da cidade, mantendo relações construídas ao longo de sua trajetória pessoal e profissional, apesar de sua militância no campo da esquerda. Além da atuação política, sua história foi marcada por envolvimento em ações sociais, colaboração com entidades comunitárias e participação em iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.
Sua história
A região do Alto Paraopeba amanheceu de luto em 2 de junho com a notícia da morte, aos 63 anos, de Marcos Barata. Ele passou mal na noite anterior em asa, em Ouro Branco, durante a madrugada, sendo levado à Fundação Ouro Branco, onde faleceu por volta das 11h30, em decorrência de um aneurisma da aorta. O velório foi realizado no Clube Sparta, entre 12h30 e 8h do dia seguinte, e o corpo seguiu para cremação em Juiz de Fora, sua cidade natal.
Com trajetória marcada por múltiplas atividades, Barata atuou como metalúrgico na Gerdau por muitos anos. Foi um dos fundadores e diretores da AEA — atualmente Clube Sparta — e participou de diversos movimentos comunitários em Congonhas e Ouro Branco. Também colaborou com projetos sociais promovidos em parceria com a Igreja e com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), especialmente em áreas periféricas de Congonhas. Ele nunca negava ajuda ou solidariedade a quem o procurava.
Reconhecido por sua atuação no setor empresarial, Barata era proprietário de diferentes empreendimentos e incentivador de iniciativas culturais e de desenvolvimento regional. Foi fundador, há mais de 30 anos, do restaurante Parada de Minas, às margens da BR-040, em Congonhas, estabelecimento que se tornou referência gastronômica na região. COm seu
Sua morte gerou grande comoção, manifestada por amigos, familiares, colegas de trabalho e membros das comunidades onde atuava. O projeto aprovado pela Câmara busca registrar oficialmente seu nome em um dos espaços públicos tradicionais da cidade, como forma de reconhecimento por sua contribuição social, cultural e empresarial.

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