A sustentabilidade aparece com força crescente na vida das brasileiras em 2026. Cada vez mais mulheres se posicionam como protagonistas na transição para um país mais responsável com o clima e o meio ambiente. Segundo levantamento nacional da empresa Descarbonize Soluções, especializada em energia solar e sustentabilidade, as mulheres demonstram maior sensibilidade aos riscos climáticos e mais disposição para adotar hábitos sustentáveis no curto prazo.
Dessa forma, a pesquisa indica que o interesse ambiental deixou de ser apenas um conceito abstrato. Agora ele se transforma em ações e escolhas práticas, especialmente entre as consumidoras.
Mulheres demonstram maior percepção sobre impactos climáticos
O estudo mostra que as mulheres reconhecem de forma mais clara as consequências das mudanças climáticas no cotidiano. Assim, elas ficam mais alertas a riscos como ondas de calor, enchentes, eventos extremos e aumento do custo energético.
Além disso, o levantamento revela que elas entendem esses impactos não só como ameaça ambiental, mas também como desafio social, económico e familiar.
Enquanto isso, a pesquisa destaca que os homens tendem a perceber o problema com menor urgência. Embora muitos reconheçam mudanças no clima, a intensidade da preocupação é consideravelmente inferior à registrada entre as mulheres.
Portanto, o estudo aponta um distanciamento de percepções que pode influenciar decisões dentro das famílias, nas empresas e até no comportamento eleitoral ao longo dos próximos anos.
Intenção maior de mudar hábitos de consumo
A pesquisa revela também que as mulheres planejam alterar comportamentos com muito mais intensidade. De acordo com os dados apresentados pela Descarbonize, elas pretendem reduzir consumo de energia, priorizar produtos próximos à origem local e evitar desperdícios no dia a dia.
Além disso, cresce o interesse por energia limpa. As entrevistadas demonstraram maior abertura para instalar painéis solares, aderir a comunidades solares e buscar fornecedores com compromisso ambiental.
Esse movimento indica que a sustentabilidade virou critério de escolha de compra, e não apenas desejo teórico.
Por outro lado, o estudo mostra que os homens apresentam intenção menor para modificar comportamentos. Eles tendem a manter hábitos estabelecidos e demoram mais para incorporar práticas sustentáveis, mesmo quando reconhecem sua importância.
Sustentabilidade também influencia saúde e qualidade de vida
Embora o tema pareça restrito ao meio ambiente, a pesquisa confirma que as mulheres enxergam a sustentabilidade de forma mais ampla. Elas relacionam o assunto à saúde mental, aos custos da casa, ao bem-estar de familiares e ao futuro das crianças.
Consequentemente, a adoção de novos hábitos ganha múltiplas dimensões. Uma moradora que separa resíduos ou capta água da chuva não faz isso apenas pelo planeta, mas porque acredita que a mudança favorece sua comunidade e sua família.
Esse olhar mais abrangente também facilita mudanças práticas. Pequenas ações, quando acumuladas ao longo do ano, tornam-se uma contribuição real para a redução de emissões e para a eficiência no consumo.
Educação, renda e acesso à informação
Outro ponto destacado pela pesquisa envolve diferenças de engajamento relacionadas ao acesso à informação.
Segundo a Descarbonize Soluções, mulheres consomem mais conteúdo ambiental e participam mais de iniciativas educativas, formais ou autodidatas.
Elas acompanham notícias sobre clima, buscam tutoriais domésticos e compartilham práticas com outras pessoas.
Além disso, redes sociais e grupos de troca fortaleceram essa participação. Dessa forma, a informação circula com mais velocidade e incentiva ações coletivas.
Embora muitos homens também se interessem pelo tema, o ritmo de adoção de conhecimento costuma ser mais lento, segundo o próprio estudo.Play Video
A energia solar como porta de entrada para hábitos sustentáveis
O relatório destaca que a energia solar desempenha papel importante na formação dessa consciência.
Ao perceber a economia mensal e a queda de impacto ambiental, as famílias tendem a expandir a adoção de práticas complementares, como reutilização de água, iluminação eficiente e redução do uso de combustíveis fósseis.
Nesse processo, as mulheres aparecem como principais influenciadoras de decisão doméstica.
Elas comparam orçamentos, conversam com instaladores, avaliam custo-benefício e acompanham resultados ao longo dos meses.
Consequentemente, o avanço da energia solar no país pode acelerar o comportamento sustentável em outros setores do consumo.
Mulheres e futuro da sustentabilidade no Brasil
O estudo reforça que o envolvimento feminino pode criar impacto social profundo.
Se mais mulheres continuarem liderando práticas sustentáveis dentro de casa e no trabalho, a transição para um modelo mais limpo tende a se tornar mais rápida e mais consistente.
Além disso, o relatório aponta que a presença feminina em espaços de decisão — como escolas, associações, empresas e órgãos públicos — pode ampliar políticas ambientais de longo prazo.
Apesar disso, especialistas afirmam que homens e mulheres precisam caminhar juntos. Assim, o desafio não está apenas em medir diferenças, mas em transformar percepção em cooperação coletiva.
Fontes oficiais e contexto da pesquisa
O levantamento citado foi conduzido pela Descarbonize Soluções, com abrangência nacional e foco em hábitos ambientais, comportamento de consumo e percepção climática entre brasileiros em 2026.
Segundo a empresa, o estudo avaliou mudanças de rotina e expectativas sobre o próximo ano, indicando que as mulheres apresentam maior intenção e maior preparo para adotar práticas ligadas à sustentabilidade.
Portanto, a análise evidencia uma tendência que pode influenciar economia, educação, política e padrões de consumo. Se as previsões se confirmarem, a sustentabilidade seguirá crescendo como prioridade — e as mulheres continuarão na linha de frente dessa transformação ambiental.
FONTE: CLICK PETRÓLEO E GÁS



