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Os 5 melhores carros para Uber e táxi em 2026: modelos econômicos, espaçosos e fáceis de manter

Entre sedãs, SUVs e elétricos, alguns modelos se repetem no dia a dia de Uber e táxi por custos previsíveis, espaço interno e manutenção acessível, enquanto a recarga e o porta-malas influenciam escolhas e a experiência de quem dirige e de quem viaja.

Quem pede um Uber ou entra em um táxi no Brasil em 2026 tende a encontrar, com frequência, um conjunto parecido de modelos.

A escolha costuma seguir critérios práticos de trabalho: confiabilidadecusto previsívelconsumo compatível com longas jornadas e espaço para passageiros e bagagens.

Como o veículo é ferramenta de renda, motoristas geralmente consideram também a facilidade de manutenção, a disponibilidade de peças e a rede de assistência.

Por isso, sedãs compactos seguem presentes pelo porta-malas, enquanto SUVs de entrada entram na rotina por causa da posição de dirigir mais elevada.

Paralelamente, elétricos passaram a aparecer mais, especialmente quando a recarga cabe na rotina do condutor e no tempo de operação.

A lista de cinco modelos apresentada a seguir foi elaborada pelo portal AutoMaisTV.

Nissan Versa, Kait e Kicks Play: espaço interno e manutenção na rotina

Entre os sedãs escolhidos para transporte de passageiros, o Nissan Versa aparece com frequência por combinar cabine ampla e porta-malas grande.

Em materiais da montadora, o modelo é divulgado com capacidade de 482 litros no bagageiro, número que pode variar conforme a versão e a forma de medição.

Além do espaço, a preferência por esse conjunto costuma se apoiar em um fator operacional: o motor 1.6 aspirado de 113 cv é um pacote já conhecido no mercado brasileiro.

Na prática, isso tende a facilitar o acesso a manutenção e a serviços especializados, ponto observado por avaliações de veículos e por oficinas que lidam com modelos de alta circulação.

No segmento de SUVs compactos, a Nissan também tem presença em frotas de motoristas por razões semelhantes.

Kicks Play e o Kait são citados por quem busca uma posição de dirigir mais alta e melhor visibilidade, característica mencionada por condutores como vantagem em uso urbano intenso.

No caso do Kait, a ficha técnica divulgada pela marca aponta motor 1.6 de 113 cv e porta-malas de 432 litros.

BYD Dolphin e Dolphin Mini: carros elétricos e custo por quilômetro

A presença de elétricos em aplicativos deixou de ser incomum e passou a integrar o cenário de várias capitais.Play Video

Nesse movimento, BYD Dolphin e Dolphin Mini ganharam espaço por uma lógica de custo operacional: com acesso à recarga, a despesa por quilômetro pode ser menor do que em veículos a combustão, segundo análises recorrentes do setor automotivo.

Ainda assim, a viabilidade depende da infraestrutura disponível e do tempo de parada para recarregar, fatores que variam por cidade e por rotina de trabalho.

Por isso, a adoção tende a ser maior entre motoristas que conseguem planejar recargas em casa, em pontos próximos ou em horários de menor demanda.

No caso do Dolphin Mini, publicações especializadas descrevem o modelo como voltado ao uso urbano.

capacidade de porta-malas costuma ser apontada como 230 litros, o que pode limitar corridas com muita bagagem, especialmente em trajetos para aeroportos ou viagens intermunicipais.

Com a expansão do uso, também se observa um efeito de associação desses modelos ao transporte por aplicativo, tema citado em discussões de mercado e em relatos de usuários.

Esse aspecto, no entanto, não altera os critérios técnicos do veículo; o impacto aparece mais na percepção do público do que no funcionamento do carro.

Chevrolet Onix Plus: sedã compacto e porta-malas em destaque

No histórico recente da Chevrolet, sedãs com bom volume de bagagem tiveram papel relevante no transporte profissional.

Durante anos, o Cobalt ficou associado a esse uso por conta do porta-malas de 563 litros, número citado em testes e fichas técnicas de época.

Com a reorganização da linha, o Onix Plus se consolidou como um dos sedãs compactos mais comuns nas ruas.

O modelo costuma entrar na conta de quem busca rede ampla de assistênciamanutenção acessível dentro do segmento e consumo adequado para quem roda diariamente.

Em relação ao porta-malas, há uma atenção importante: algumas fontes indicam capacidades diferentes para o mesmo carro.

A comunicação oficial da Chevrolet apresenta o Onix Plus com 500 litros, enquanto avaliações de imprensa especializada registram valores menores, como 469 litros, dependendo do padrão de medição adotado.

Essa variação é discutida no setor como consequência de metodologias diferentes para calcular litragem, o que pode levar a números distintos em materiais de fábrica e em testes independentes.

Para quem trabalha, o ponto central costuma ser o uso prático: sedãs seguem escolhidos quando a rotina inclui mala e volume com frequência, sem depender de banco rebatido ou de acomodação improvisada no interior do carro.

Fiat Argo e Cronos: opções frequentes em aplicativos e táxis

No grupo dos hatches, o Fiat Argo aparece entre os modelos utilizados em aplicativos por razões ligadas ao dia a dia de operação: alta presença no mercadoampla oferta de versões e manutenção conhecida no segmento.

Registros do lançamento do modelo indicam que ele foi posicionado para ocupar espaço que antes era dividido por outros compactos da marca.

Por ser hatch, o Argo não compete com sedãs em volume de bagagem.

Mesmo assim, avaliações especializadas costumam indicar porta-malas em torno de 300 litros, uma medida que tende a atender deslocamentos urbanos e corridas de curta e média distância, com limitações em casos de bagagens maiores.

Quando o critério é porta-malas, o Cronos aparece como alternativa direta.

A Fiat divulga capacidade de 525 litros, um patamar elevado na categoria e frequentemente citado como diferencial para uso com passageiros e bagagens.

Essa característica ajuda a explicar por que o Cronos permanece presente em uso profissional mesmo quando não lidera o varejo em vendas.

Em comparações de fichas técnicas, a litragem do Cronos costuma superar a de sedãs médios em capacidade declarada.

Toyota Corolla, por exemplo, aparece em avaliações e dados de mercado com 470 litros, o que coloca o Fiat em vantagem nesse item específico, sem que isso implique superioridade em outros critérios do veículo.

Hyundai HB20: uso urbano, revenda e presença nas plataformas

Hyundai HB20 mantém presença em plataformas e em serviços de transporte por combinar alta circulaçãoaceitação no mercado e características voltadas ao uso urbano.

O modelo foi lançado no Brasil em 2012 e, desde então, permaneceu entre os nomes mais vistos nas ruas, segundo dados históricos de emplacamentos e cobertura contínua do setor.

Ao longo das gerações, o HB20 passou por mudanças de desenho que foram alvo de debate no mercado automotivo.

Ainda assim, relatos de motoristas e análises de publicações especializadas apontam que o carro continuou sendo escolhido por fatores ligados ao cotidiano: tamanho externo adequado para trânsito e estacionamento, ampla oferta de peças e facilidade de revenda em algumas regiões.

Na prática, hatches como o HB20 costumam ser selecionados por quem prioriza agilidade em centros urbanos e operação com custo controlado.

Por outro lado, em espaço de porta-malas e acomodação de bagagens, a comparação tende a favorecer sedãs como Versa, Cronos e Onix Plus, especialmente em corridas com malas.

FONTE: CLICK PETRÓLEO E GÁS

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