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Ouro Branco: Patrimônio e Memória em Minas Gerais

A Prefeitura de Ouro Branco, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Gerência de Patrimônio Histórico, promove a abertura das exposições “Tudo Que Vem de Lá”, de Laura Moraes, e “A Cidade de Dentro. Memória, Cor e Afeto”, de Murilo Rodrigues. As mostras integram a programação comemorativa do Marco Colativo de 1724 e fazem parte do Projeto de Educação Patrimonial do município.

Local: Casarão (Antiga Casa Paroquial)
Endereço: Praça Santa Cruz, nº 162
Abertura: 25 de fevereiro de 2026, às 19h
Visitas guiadas: 12 e 19 de março, no período vespertino

O dia 16 de fevereiro de 1724 marca um importante momento da história do Brasil Colônia, especialmente em Minas Gerais. O chamado Marco Colativo designava as paróquias que, por alvará régio, recebiam o direito de contar com um padre efetivo, conferindo maior autonomia administrativa e relevância à localidade. Nesse contexto, a Igreja Matriz de Santo Antônio foi elevada à condição de paróquia, consolidando Ouro Branco como um núcleo estruturado de povoamento e fé, diretamente ligado ao ciclo do ouro e à formação histórica do município.

A comemoração do Marco Colativo de 1724 integra o Projeto de Educação Patrimonial, que tem como objetivo desenvolver ações educativas junto às escolas e à comunidade, estimulando o reconhecimento, a valorização e a preservação do patrimônio cultural local por meio de atividades formativas, interativas e comemorativas.

Tudo Que Vem de Lá – Laura Moraes

A exposição integra a programação comemorativa do Marco Colativo e compõe as ações do Projeto de Educação Patrimonial, valorizando a arte, a memória e a identidade local. Os trabalhos dialogam com o território e a história de Ouro Branco a partir da vivência e da relação simbólica com a Serra de Ouro Branco. Laura Moraes é artista plástica, nascida e criada no município.

A Cidade de Dentro. Memória, Cor e Afeto – Murilo Rodrigues

Por meio da pintura e de uma expografia imersiva, as obras evocam o passado a partir da matéria, dos objetos e do cotidiano. Mais do que representar, propõem uma escuta do tempo, revelando marcas, gestos e permanências históricas que atravessam gerações. Murilo Rodrigues é educador e pesquisador, graduado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

As exposições reforçam a importância da arte como instrumento de preservação da memória coletiva, de reflexão sobre o território e de fortalecimento do sentimento de pertencimento da comunidade.

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