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Queluzito celebra 63 anos de emancipação com história, tradição e orgulho mineiro

O município de Queluzito comemora hoje (1º) 63 anos de emancipação política reafirmando sua trajetória marcada pela simplicidade, tradição e forte ligação com as raízes do interior de Minas Gerais. Pequena no tamanho, mas gigante na história e no acolhimento de seu povo, a cidade celebra mais de seis décadas de desenvolvimento e identidade própria. Localizada na região do Campo das Vertentes, Queluzito construiu sua história a partir da força do trabalho rural, da fé e da união da comunidade.

Origem

Antes de se tornar município, Queluzito era distrito e sua história está ligada à antiga Vila de Queluz — hoje Conselheiro Lafaiete. Em 31 de dezembro de 1943 o então já distrito Santo Amaro recebe a denominação de Queluzito. E com este nome foi elevado à categoria de cidade em 1962. O nome Queluzito é originário da palavra queluzita, uma rocha metamórfica complexa, abundante na região.

A emancipação política ocorreu consolidando o sonho da população local de administrar o próprio destino. A economia de Queluzito sempre esteve ligada à agropecuária, especialmente à produção rural familiar, que até hoje sustenta boa parte das famílias do município. A cultura mineira se mantém viva nas festas tradicionais, celebrações religiosas e no modo acolhedor de viver.

Religiosidade

A religiosidade é uma marca forte da cidade, com eventos que reúnem moradores e visitantes ao longo do ano, fortalecendo os laços comunitários. Com pouco mais de seis décadas de emancipação, Queluzito se destaca pelo clima tranquilo, pela hospitalidade e pelo espírito de união da população. Ao longo dos anos, novas gerações vêm contribuindo para o crescimento do município sem que ele perca sua essência interiorana.

Bandeiras

A história de Queluzito, cidade acolhedora e cativante, remonta a formação de povos originários, bandeiras e descoberta do ouro no século XVIII e muitos povoados foram surgindo em decorrência das expedições dos bandeirantes pelo Caminho Novo da Estrada Real. O povoado onde se iniciou a história da cidade foi fundado na primeira metade do século XVIII, recebendo como primeiro nome Santo Amaro do Camapuã, documentado no Livro de Tombo da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre dos Carijós. Foi Amaro Ribeiro quem edificou a primeira capela na região, dedicada a Santo Amaro, cuja construção iniciou-se em 1726. A capela de Santo Amaro tem seu primeiro registro datado de 7 de janeiro de 1742, embora, na história oficial do atual município de Queluzito conste que o término da obra ocorrera em 12 de março de 1738.

Ligação com Conselheiro Lafayette

Os primeiros povoadores da localidade foram o Inconfidente José da Costa Oliveira, bisavô do jurista, advogado e diplomata Lafayette Rodrigues Pereira (que emprestaria o nome a Conselheiro Lafaiete), e o português José da Costa Oliveira. Os Vieiras, os Costa, os Pacheco de Lima e os Ferreira de Souza, famílias portuguesas oriundas da região do Minho, compuseram os primeiros extratos familiares na região.

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