Enquanto a esquerda não consegue encontrar um candidato que seja o palanque de Lula e Mateus Simões não conseguir formar seu palanque de direita o PL se divide em três frentes.
Uma corrente defende uma união da direita com Mateus Simões concorrendo pelo PSD, Gleidson Azevedo concorrendo a Vice contemplando o Senador Cleitinho e ao mesmo tempo o partido Novo. Para o Senado concorreriam Marcelo Aro do Progressistas e Domingos Sávio do PL.
Outra corrente defende o apoio ao Senador Cleitinho que concorreria ao Governo pelo Republicanos que ficaria com uma das vagas do Senado, sendo a outra de Domingos Sávio. A vaga de vice também caberia o PL que poderia indicar o empresário Flávio Roscoe ou o também empresário Vitorio Medioli.
A terceira corrente defende uma candidatura própria do partido que pode ser formada pelos dois empresários acima citados. E quanto as vagas do Senado, uma ficaria com Domingos Sávio e a outra para um partido aliado, ou na falta do mesmo ao Deputado Cristiano Caporezzo, que afirma ter o apoio de Bolsonaro para concorrer a Câmara Alta.
Precisando de um palanque forte e exclusivo para Flávio Bolsonaro em Minas, o PL precisa se decidir, pois essa indefinição vem irritando aliados, como o Senador Cleitinho, que em caso de não receber apoio a sua pré candidatura ao Governo, pode lançar seu irmão como candidato ao Senado, o que impactaria justamente na campanha de Domingos Sávio, que assim como os irmãos Azevedo, também é de Divinópolis.
Até a primeira semana de abril, as articulações estarão mais voltadas para a formação de chapas proporcionais e possíveis desincompatibilizações de Prefeitos e Governadores. A partir da segunda semana de abril o cenário mais estar mais claro e previsível.




