Em resposta ao requerimento nº 311/2026, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) detalhou as medidas emergenciais tomadas, enquanto admite a falta de soluções definitivas para a infraestrutura da unidade.Durante a alimentação das crianças do primeiro período, a presença de roedores obrigou a direção da escola a remanejar 12 turmas para o refeitório da creche, limitando o espaço e exigindo a unificação do cardápio. O caso aconteceu durante o jantar, no dia 26 de maio de 2026.
A Vigilância Sanitária foi acionada e, após denúncia, notificou a unidade, exigindo o combate a ratos e baratas, além de reparos em infiltrações e mofos. A Secretaria confirmou a realização de desratização em 30 de maio de 2026 e a programação de uma dedetização para o dia 20 de junho de 2026. Intervenções emergenciais, como a pintura de duas salas de aula, estão em execução até o dia 29 de junho de 2026, além de capina e poda de árvores realizadas no entorno em julho. Futuro incerto para alunos e profissionais.
A gestão da infraestrutura escolar enfrenta desafios estruturais severos:Atualmente, o CEI atende 504 alunos e o Município ajuizou uma ação judicial para garantir a permanência no imóvel por mais 48 meses, sob medida liminar ainda sem julgamento definitivo. O Maternal I será transferido durante o recesso de julho para um novo imóvel na Rua Narciso Júnior, 588, que passa por obras de acessibilidade e melhorias na cozinha e refeitório.
O prédio que hoje abriga a Secretaria Municipal de Educação será reformado para receber turmas do 1º e 2º períodos, com um estudo técnico previsto apenas para o segundo semestre de 2026. O Município admitiu que, até o momento, não possui um imóvel adequado para atender as turmas de Maternal II e berçário, mantendo a busca por uma solução viável. Embora a Secretaria afirme que não recebeu registros formais de queixas de pais ou servidores até o momento, a situação permanece sob monitoramento, com novas reuniões com a comunidade escolar condicionadas a “definições concretas” da administração.



