Diante da possibilidade de fechamento do Hospital São Camilo, vereadores buscam mobilização e provedora reconhece situação de penúria

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Segundo Divino Pereira, crise financeira faz com que 99,99% seja

a chance da instituição encerrar suas atividades

O Hospital São Camilo foi o principal tema dos debates entre os vereadores na sessão da Câmara na noite de ontem, dia 9.  Coube ao Vereador Divino Pereira (PSL) tocar na ferida sobre a precária situação financeira vivenciada pela instituição. Ele denunciou na Tribuna que o hospital vai fechar suas portas, encerrar suas atividades e lançou um desafio a sociedade lafaietense na busca de uma solução de sustentabilidade. “Estou preocupado com a situação que tomei conhecimento nestes dias de que o Hospital São Camilo está perto de fechar suas portas. Se acontecer será revoltante e vergonhoso para todos nós, principalmente os políticos. Seja pobre ou rico, ele atende”, afirmou.

Vereadores alertam sobre a real possibilidade do fechamento do São Camilo

Divino antecipou que a semana que vai procurar um deputado na busca de uma emenda parlamentar para socorrer o hospital. “Dia 15 vou a Belo Horizonte em busca destes recursos. Temos que os unir, nós os vereadores, o prefeito e o secretário de saúde. Que cada vereador procure seu deputado para ajudar o São Camilo. 99,99% é para fechar”, alertou.

Sandro José sugeriu que os idosos sejam atendidos diretamente no São Camilo, ao inés da triagem na policlínica

Em seu discurso, o Vereador Sandro José (PSDB) sugeriu que, a exemplo do São Vicente, se adotasse também o programa de portas abertas. “Deveriam fazer como o Hospital São Vicente quando as crianças não precisam passar pela triagem do pronto socorro. Porque não iniciam os atendimentos dos nossos idosos diretamente no São Camilo? Que

façam isso também nos outros hospitais desafogando a policlínica. Toda a sociedade lafaietense reconhece com elogios o atendimento no São Camilo”, ressaltou.

Situação difícil

Em conversa com a provedora do Hospital São Camilo,Filomena Cardoso, carinhosamente conhecida como Filó, que há mais de 30 anos comanda a entidade, ela reconheceu como muito preocupante a situação financeira. O hospital vem acumulado sucessivos déficits, em função de que desde janeiro houve uma queda acentuada no número de atendimentos do SUS.

O outro lado

Os hospitais da cidade não pertencem à prefeitura, eles não são públicos, mas particulares, tendo o SUS como um dos conveniados. A administração dos hospitais não é feita pela prefeitura, eles tem corpo administrativo que não é composto por servidores da prefeitura, mas por servidores dos hospitais (pagos por eles). a Secretaria Municipal de Saúde repassa as verbas referentes aos serviços prestados para o SUS.” 

Diz a nota enviada a nosso jornal.

 

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