Morre a idosa atropelada por trem no Pires; moradores voltam a cobrar passarela e viaduto

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Faleceu a menos de meia hora Dona Terezinha que hoje por volta das 9:30 horas foi atropelada por um trem na comunidade do Pires. Ela chegou a ser levada ao Hospital Bom Jesus em Congonhas e posteriormente ao João XXIII, em Belo Horizonte. No acidente, ela cortou os dois pés, quebrou a bacia, braço, o fêmur e ficou um corte muito grande na cabeça.

Esta é a segunda morte na linha férrea no bairro. No dia 21, completaram-se 3 anos que o jovem Victor Emídio Matos Gomes foi vítima de um acidente com um trem. Era por volta das 23:00 horas, quando o rapaz voltava da escola com mais dois colegas, e pelo que se comenta, escorregou e caiu nos trilhos, sendo atingido pelas locomotivas.

A morte da idosa acende a discussão sobre a falta de segurança nos trilhos que cruzam o bairro Pires, em Congonhas. Há mais de 7 anos a comunidade luta para a instalação de passarelas e viaduto o local. A situação é alvo de ação e de um Termo de Ajustamento de Conduta.  As desapropriações para a construção do viaduto está a Justiça.

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