Tarifa Social: Veja como receber desconto de 65% na conta de luz

A conta de luz tem sido uma das faturas mais caras dos brasileiros. Todavia, há um projeto da Equatorial Energia que está com inscrições aberta para ajudar a população de baixa renda diminuindo os gastos

Tarifa Social liberada. A conta de luz tem sido uma das faturas mais caras dos brasileiros. Todavia, há um projeto da Equatorial Energia que está com inscrições abertas para ajudar a população de baixa renda diminuindo os gastos.

Antes de mais nada, o E+ Comunidade contemplará pessoas de diversos municípios do Pará, possibilitando a entrada facilitada na TSEE (Tarifa Social de Energia Elétrica). Em suma, o programa concede uma redução de até 65% na fatura de energia elétrica.

Ademais, o novo projeto dá dicas a população acerca da diminuição do consumo de energia entre outros serviços, como: troca de lâmpada, poda de árvore, negociação de dívidas e outras possibilidades.

Quem pode se inscrever na Tarifa Social?

Finalmente, para ser atendido pela TSEE, os cidadãos interessados devem cumprir os seguintes requisitos:

  • Ser deficiente e beneficiário do BPC (Benefício de Prestação Continuada); ou
  • Ser idosos com 65 anos ou mais;
  • Compor família inscrita no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal);
  • Ter renda familiar mensal por pessoa igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 606); ou
  • Ter renda bruta mensal de até três salários mínimos (R$ 3.363), tendo um membro da família portador de doença ou com deficiência grave precisando de uso permanente de aparelhos elétricos para tratamento.

Seja como for, vale ressaltar que os descontos do programa variam entre 10% e 65%, de acordo com a quantidade de quilowatts/hora consumidos pela residência no respectivo mês. A intenção é atender cerca de 88 mil famílias paraenses.

Atualmente, confira as cidades que ainda não fizeram as inscrições mas podem conseguir o desconto.

  • Marituba;
  • Santa Izabel;
  • Cametá;
  • Itaituba.

Bandeiras de energia elétrica

Portanto, as bandeiras são acionadas nas faturas de energia elétrica conforme o contexto em que o país ou a região está vivenciando, além, é claro, do consumo por parte dos cidadãos.

Sob o mesmo ponto de vista, veja a seguir como funciona a cobrança adicional na conta de luz para cada tipo de bandeira:

  • Bandeira verde: aplicada em condições favoráveis de energia, sem nenhum tipo de acréscimo;
  • Amarela: aderida em condições menos favoráveis de geração de energia, acréscimo de R$ 1,874 por 100 kWh consumidos;
  • Vermelha: quando acontece a ligação das térmicas, ou seja, condições mais custosas para a geração de energia, acréscimo fixo de R$ 3,971 e outro de R$ 9,492 por cada 100 kWh consumidos;
  • Escassez Hídrica: a mais cara do sistema, aderida em condições extremas, acréscimo de R$ 14,20 por cada 100 kWh consumidos.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Calculadora de energia da Enel ajuda a economizar na conta de luz; saiba como usar

Aprenda como economizar na conta de luz da sua casa utilizando a calculadora de energia da Enel. O site faz comparações e informa os gastos de cada aparelho e cômodo da casa.

Calcular o consumo de energia elétrica deveria ser um hábito comum entre os consumidores brasileiros. No entanto, a verdade é que poucas pessoas fazem a conta e apenas esperam uma “surpresa” na fatura de luz do mês. Pode ser que haja dúvidas na hora de calcular e, por isso, a Enel desenvolveu uma calculadora online que ajuda bastante no processo. Aprenda como usar a calculadora de energia da Enel para controlar os gastos de forma eficiente.

Um dos diferenciais do software que a companhia disponibilizou está no nível de detalhamento oferecido. É possível inserir o número de aparelhos elétricos e especificar como ar-condicionado, televisão, eletrônicos, luminárias etc.

O consumidor consegue acrescentar o número de dispositivos elétricos que existem por cômodo, a potência de cada um e informar o tempo de uso diário, por exemplo.

Como usar a calculadora de energia da Enel? Detalhes

A Enel é uma empresa que cuida do abastecimento de energia elétrica em diversas regiões do Brasil. A calculadora de energia da Enel faz um comparativo do consumo individual de energia dentro de uma mesma casa. Ou seja, é possível entender a estimativa de gasto de cada membro de uma família com três pessoas. Assim, dá para saber onde está o gargalo que dificulta a economia na conta de luz.

O aplicativo presente no site da calculadora de energia da Enel utiliza o valor médio padrão e ainda oferece o cálculo das taxas de impostos da conta. Aprenda como usar a calculadora logo abaixo.

Passo a passo para usar a calculadora de energia da Enel:

1 – A primeira coisa que deve ser feita é acessar o site da calculadora de energia da Enel pelo site: www.enel-rj.simuladordeconsumo.com.br. Clique no botão “Iniciar”;

2 – Inicialmente, o consumidor estará diante do primeiro cômodo da casa, mostrado como sendo a sala. Basta clicar nas ilustrações de cada aparelho para começar os cálculos;

3 – Você deve informar a quantidade de aparelhos, tempo de uso e potência. Depois é só clicar em adicionar na calculadora de energia da Enel;

4 – Repita o processo em cada um dos cômodos da casa;

5 – No final da tela, é possível ver o custo estimado de cada cômodo por mês, por exemplo;

6 – Por fim, basta clicar em “Resultado Geral” para obter a estimativa total do gasto da conta de luz. A partir daí, é possível analisar gráficos e fazer comparações.

FONTE EDITAL COCNURSOS

Brasileiros pagam pela segunda conta de luz mais cara do mundo

Somente os colombianos sofrem mais para pagar pela energia, segundo Abrace. Gasto com imposto cresceu 47% em um ano

Impostos, taxas e subsídios fazem com que o Brasil tenha a segunda conta de luz mais cara do mundo, de acordo com levantamento da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) sobre uma lista com 30 países. Apenas os colombianos sofrem mais para pagar pela energia elétrica. 

Cálculos da entidade indicam que os brasileiros já pagaram R$ 35,8 bilhões de impostos e subsídios na conta de luz somente nos primeiros três meses deste ano. Até o final de 2022, o montante deve chegar a R$ 144 bilhões. Em apenas cinco anos, o volume pago em taxas sobre a energia elétrica aumentou 47%. 

A associação verificou ainda que cerca de 25% de todo orçamento familiar é gasto com energia – contando aqui a eletricidade, a gasolina e o uso em produtos e serviços. 

O país poderia oferecer uma energia elétrica bem mais barata, segundo Victor iOcca, diretor de Energia Elétrica da Abrace, pois possui uma das matrizes energéticas mais variadas do mundo, contando com hidrelétrica, eólica, solar, nuclear e térmica. Mas os tributos acabam deixando a conta mais cara para todos. 

“A energia em si é essencial para todos. Dificilmente alguém deixa de pagar pela conta de luz. Isso leva o setor a ser uma fácil forma de arrecadação. Em vez de termos políticas públicas para reduzir a conta, o país vem colocando cada vez mais custos na cobrança”, explica.

Segundo iOcca, um dos grandes pesos nessa conta é o subsídio para usinas na Amazônia e na região Sul do país, que utilizam combustíveis fósseis, como carvão natural. E os gastos com queima de combustíveis para a produção de energia deve continuar, já que o Ministério de Minas e Energia contratou novas termelétricas para 2022 – mesmo que os reservatórios estejam cheios. A previsão é de custos extras de R$ 39 bilhões em quatro anos.

Esse gasto deve ser embutido nos valores das tarifas. “Para o consumidor, não faz muito sentido pagar pelas térmicas com custo de R$ 1.600 o megawhatt-hora, sendo que a energia produzida pelas hidrelétricas custa R$ 300. O custo é seis vezes maior sem necessidade”, afirma. 

Brasil está na contramão da produção energética

O Brasil está na contramão do mundo ao pensar em energia, segundo o diretor da Abrace, Victor iOcca. Enquanto países desenvolvidos pensam em soluções para reduzir a queima de combustíveis fósseis (para barrar o aquecimento global), aqui houve a contratação das térmicas, que são mais caras e poluentes. 

Para iOcca, a sociedade precisa pressionar o poder públic o para que haja uma melhor gestão da energia. “Como cidadãos, temos que evidenciar aos políticos que energia é uma pauta muito importante não só para a indústria, mas para toda a população”, opina. 

E a tendência é que a conta fique muito mais cara em todo o país em 2022. Na terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou aumento superior a 20% para consumidores do Mato Grosso. Em Minas, o reajuste da Cemig ainda não foi definido.

A Abrace estima que uma redução de 50% no custo da energia e do gás natural representaria um aumento adicional no PIB de 1,1% ao ano. 

FONTE O TEMPO

Quem pode receber redução na conta de luz com a Tarifa Social? Descontos de até 65%

Veja qual grupo de pessoas tem direito ao benefício da Tarifa Social

Hoje uma das maiores despesas que um lar tem é a conta de luz. As bandeiras têm vindo cada vez mais altas, e os problemas com chuva e infraestrutura também acabam impactando diretamente a conta do cidadão brasileiro.

Além disso, não há muito o que fazer para diminuir a conta de luz. Mesmo com banhos rápidos e luzes apagadas a maior parte do tempo, é impossível contornar todas as tarifas existentes dentro da conta, o que faz com que ela venha alta de qualquer jeito.

Isso obviamente acaba comprometendo a renda das pessoas, que precisam se virar para pagar essa conta, além de outras. Mas felizmente para alguns essa dor de cabeça pode diminuir um pouco.

Acontece que o programa Tarifa Social do governo tem como objetivo ajudar as pessoas de baixa renda a pagar a conta de luz. Com o auxílio desse programa, as pessoas podem ter até 65% de desconto, o que pode ser de uma ajuda gigantesca.

Para saber o quanto é descontado, tudo vai depender de quanto cada pessoa consome de energia em sua casa, sendo que o desconto limite é de 220 kWh. Até o momento, são mais de 12 milhões de famílias ao redor de todo o país que se beneficiam com esse programa, que pode acabar sendo ampliado mais ainda pelo governo.

O programa tem suas regras para que a pessoa possa fazer parte, e como sempre uma delas é estar cadastrada no CadÚnico, já que é através dele que todos os benefícios pagos pelo governo são geridos.

A pessoa precisa ter uma renda mensal de no máximo meio salário mínimo, ou seja, R$ 606 por pessoa, ter algum membro da família que tenha deficiência ou alguma doença específica. Nesse caso a renda pode ir até no máximo 3 salários mínimos, o que equivale a R$ 3.636.

Vale a pena ressaltar que para poder usufruir do benefício, a pessoa tem que estar com a ligação de energia devidamente legalizada, isto é, sem nenhum tipo de gato na fiação ou qualquer outro aparato legal.

E para poder solicitar o benefício, a pessoa deve, segundo o portal do Ministério da Cidadania, fazer a sua inscrição de forma presencial na distribuidora de energia local. Ela só vai poder registrar um imóvel ao mesmo tempo.

Os documentos necessários para o cadastro são nome completo, o número do Benefício, também chamado de NB da pessoa, o CPF, a carteira de identificação ou qualquer outro documento de identidade que tenha foto, como a CNH.

Se a família for indígena ou quilombola deve também informar qual é a sua categoria. E se a pessoa receber o BPC, ela não precisa se preocupar, já que nesse caso o registro vai ser automático, tudo de acordo com os dados que já estão cadastrados no benefício.

FONTE EDITAL COCNURSOS

Milhares de famílias podem solicitar até 65% de desconto na conta de luz; veja como

Saiba o que é a tarifa social e como fazer parte deste benefício

A conta de luz sem sombra de dúvida é um dos maiores pesadelos do brasileiro. Existem pessoas que vivem em lugares onde a conta já é naturalmente mais alta, e se você somar isso às infames bandeiras que devemos pagar, isso fica ainda mais complicado.

Muitas vezes as bandeiras são exatamente o que deixam nossa conta de luz mais cara, e não tem muito o que ser feito a respeito. Afinal, pessoas de baixa renda não têm condições de ter energia solar ou de outras fontes do tipo, e aí precisam trabalhar em dobro para enfrentar a conta salgada que inevitavelmente vai chegar.

Felizmente hoje existem maneiras de se conseguir abaixar a conta de luz quando se vive em baixa renda, e a maneira é por meio da tarifa social.

O que é a Tarifa Social?

A Tarifa Social é um benefício que o governo dá para pessoas de baixa renda para que elas possam ter um desconto nas suas contas de luz, algo muito necessário para quem que não tem como pagar as grandes taxas que podem estar incluídas nas contas, principalmente em tempos de crise hídrica, quando as bandeiras tendem a ser altíssimas.

Para se ter ideia do quanto isso pode ajudar os brasileiros, uma pessoa dentro do benefício pode ter até 65% de desconto na sua conta de luz, e estima-se que milhões de brasileiros estarão aptos a receber esse benefício.

Como fazer parte desse benefício?

Algumas coisas precisam ser levadas em consideração na hora de saber se você pode ou não usufruir desse benefício. Uma delas é saber que o programa vai variar de cidade para cidade, isso porque as cidades têm companhias elétricas diferentes, e, apesar de todas fazerem parte do programa, as regras vão mudar de uma para outra, então é necessário que você se informe.

Mas uma coisa é certa em todos os casos: a pessoa que quiser receber esse benefício vai ter que estar cadastrada no CadÚnico, que é o registro que geralmente media todos os programas de auxílio a pessoas em baixa renda no Brasil, como o Auxílio Brasil.

Outras coisas que podem fazer com que uma família tenha direito de receber é ter uma renda igual ou então menor a meio salário mínimo por pessoa, ter um membro portador de alguma doença cujo tratamento necessite do funcionamento de algum aparelho elétrico, e que tenha até no máximo três salários mínimos de renda, ou seja, R$ 3.636 mil.

Famílias indígenas e quilombolas também fazem parte do grupo de beneficiários, bem como quem estiver recebendo o Benefício de Prestação Continuada, também chamado de BPC.

E se você estiver com dúvida sobre como se cadastrar, basta estar cadastrado no CadÚnico e perguntar sobre esse programa no Cras da sua cidade, que pode te informar de todos os benefícios possíveis dentro da sua região.

FONTE EDITAL CONCURSOS

Lafaiete e região ganham novo empreendimento na área ambiental com geração de 50 empregos

O empresário Marcos De Paula está ampliando seu leque de negócios e recentemente fechou com Órigo Energia um contrato de parceria para disponibilizar energia fotovoltaica, sem qualquer custo, em Lafaiete, Barbacena outras cidades e Belo Horizonte como também na Região Metropolitana.

MDP Energia, representante da Órigo Energia, fará um aporte de R$ 150 mil de investimentos com a geração de 50 empregos diretos em pleno funcionamento.

Segundo Marcos, para o usuário, além de estar contribuindo para a manutenção e preservação do meio ambiente reduzindo a emissão de gás carbônico que são gerados por energias sujas, também serão contemplados com um desconto na sua conta de luz na ordem de  15%, podendo aumentar esse desconto de acordo com o perfil de cada consumidor, ou seja se um consumidor gastar R$ 100,00 por mês com energia, ele terá R$ 15,00 mensais de desconto e no período de 12 meses, terá R$ 180,00 de benefício,  ou seja, quase que 2 contas que ele paga por mês de desconto e receberá a mesma energia que recebe hoje em sua residência.

CORREIO – Como surgiu a parceria da MDP Energia com a Órigo Energia?

Marcos De Paula – Eu sempre procurei assuntos que tratavam da preservação da natureza e em uma dessas pesquisas que eu estava fazendo na internet, fui direcionado para uma empresa produtora de energia limpa que é exatamente a Órigo e analisando o seu portfólio e o seu respeito pela natureza e pelo meio ambiente, isso me levou a fazer contato com a direção da empresa e através desta comunicação eu comecei a aprofundar sobre o projeto de energia limpa e veio a proposta da própria empresa vendo o meu interesse pelas questões ambientais em representá-la em Conselheiro Lafaiete e região e nessas tratativas também foi concedida a permissão para que MDP Energia, representasse a Órigo também na região de Barbacena e Belo Horizonte e grande Belo Horizonte.

CORREIO – Qual valor do investimento?

Marcos De Paula – O valor do investimento inicial para a implantação do projeto será de aproximadamente R$150 mil que serão aplicados no treinamento de material humano; na aquisição de plataformas digitais; no impulsionamento nas redes sociais; na construção de uma estrutura física nas principais cidades; e também nos custos operacionais para a manutenção dos vendedores.

CORREIO – Quantos empregos diretos e indiretos vão ser gerados?

Marcos De Paula – Inicialmente estamos estimando um efetivo do nosso quadro de representantes na ordem de 15 pessoas com projeção de dobrarmos este contingente no período de 180 dias e também com um objetivo de atingirmos a meta de chegarmos a 50 representantes no intervalo de 1 ano.

CORREIO – Quais os benefícios para o consumidor?

Marcos De Paula – Os benefícios para o consumidor final, além de estar contribuindo para a manutenção e preservação do meio ambiente reduzindo a emissão de gás carbônico que são gerados por energias sujas, também serão contemplados com um desconto na sua conta de luz na ordem de  15%, podendo aumentar esse desconto de acordo com o perfil de cada consumidor, ou seja se um consumidor gastar R$ 100,00 por mês com energia, ele terá R$ 15,00 mensais de desconto e no período de 12 meses, terá R$ 180,00 de benefício,  ou seja, quase que 2 contas que ele paga por mês de desconto e receberá a mesma energia que recebe hoje em sua residência.

CORREIO – Qual a origem da empresa? É sociedade de capital nacional ou internacional?

Marcos De Paula – A Órigo é uma empresa brasileira, fundada em 2010, com sede em Campinas-SP e possui investidores nacionais e internacionais.

O empresário Marcos De Paula está ampliando seu leque de negócios e recentemente fechou com Órigon/REPRODUÇÃO

CORREIO – Qual o custo de implantação?

Marcos De Paula – Nossa previsão é de investir inicialmente o valor R$ 300 mil que poderá com o tempo a partir da divulgação e do conhecimento deste projeto socioambiental ser duplicado e até triplicado no período de 2 anos.

CORREIO – Quais as vantagens da energia fornecida pela Órigo?

Marcos De Paula – As vantagens da energia produzida pela Órigo se sustentam em 3 pilares; primeiramente sem nenhuma margem de dúvida é a contribuição para a redução da emissão de gás carbono na atmosfera com a geração de energia fotovoltaica que é gerada por placas solares construídas e divididas em várias fazendas distribuídas pelo Brasil sem nenhuma agressão ao meio ambiente. Em segundo lugar também como um dos pilares, a energia limpa produzida pela Órigo tem como conceito socioeconômico de geração de emprego e renda.

E em terceiro lugar também como terceiro Pilar, é fundamental contribuir para que o consumidor final tenha uma energia mais barata que possa ajudar no equilíbrio de seu orçamento.

CORREIO – Como o consumidor vai receber a energia da Órigo? Ele terá que mudar do padrão da Cemig para o padrão da Órigo?

Marcos De Paula – O consumidor continuará recebendo a energia da mesma maneira que ele recebe hoje em sua casa ou na sua empresa, através das linhas de transmissão das fiações da Cemig e o padrão não é substituído pelo padrão da Órigo, e é recebido também dentro do próprio relógio da Cemig. A diferença é que a Órigo produz energia e coloca no sistema da Cemig, ajudando a contribuir com a insuficiência que a matriz energética brasileira possui.

CORREIO – Qual a diferença da energia tradicional pela energia fotovoltaica?

Marcos De Paula – A energia tradicional no Brasil se subdivide entre em 2 tipos, sendo eles: A energia produzida por usinas hidrelétricas que são turbinas geradas e movimentadas através de rios, represas que dependem única e exclusivamente dos índices pluviométricos e das precipitações e em segundo lugar a energia produzida por fósseis orgânicos, neste caso se enquadra o petróleo, que são  energias produzidas  por geradores que são abastecidos por óleo diesel, que tem um alto poder de poluição ambiental, com grande potencial de emissão de CO2 (gás carbônico) e a energia a vapor, que são alimentadas por madeiras para produção de carvões onde existe um desmatamento em grande escala agredindo o meio ambiente.

A energia fotovoltaica é chamada de energia limpa, por que recebe descargas de raios solares, que são fontes geradoras de energias renováveis, em suas placas gigantes de armazenamento e produção de energia distribuídas por várias fazendas em pontos estratégicos ao longo deste país.

CORREIO – Porque você escolheu Conselheiro Lafaiete para iniciar o projeto da MDP Energia e o que significa a sigla MDP?

Marcos De Paula – Eu escolhi Conselheiro Lafaiete por ser a minha cidade Natal onde tenho uma vontade enorme de construir um projeto socioeconômico, onde a gente possa levar até as pessoas a geração de emprego e renda, e o desenvolvimento econômico sustentável da nossa cidade e da nossa região que tanto necessita de projetos inovadores que possam produzir o bem estar da sociedade como um todo. MDP são as iniciais do meu nome Marcos De Paula.

CORREIO – Como uma pessoa ou uma empresa pode contratar a MDP Energia?

Marcos De Paula – Inicialmente estaremos atendendo através dos nossos canais de WhatsApp, onde a pessoa poderá manifestar o seu interesse em receber uma proposta da MDP Energia, e os nossos consultores irão fazer contato, para explicar com detalhes como funciona o projeto da MDP Energia e para a possível contratação. Em um curto espaço de tempo estaremos disponibilizando, nosso site para consulta on-line do fornecimento da energia limpa e do cálculo da economia que o consumidor irá receber, informando simplesmente o valor da conta paga para a Cemig.

Vandalismo e roubo derrubam torre de linha de transmissão da Cemig

A Cemig informa que na noite da última quarta-feira (16/02) um forte vendaval atingiu a região sudeste do estado, próximo à cidade de Jeceaba, provocando a queda de uma torre e avarias em outras duas da Linha de Transmissão 345 KV Itabirito 2 – Jeceaba.

A causa da queda foi vandalismo, pois houve furto de treliças nas torres de transmissão, o que desestabilizou a estrutura, que não resistiu ao vendaval. A Cemig registrou um BO referente às duas estruturas envolvidas.

Apesar da gravidade da ocorrência, o suprimento de energia elétrica não foi interrompido na região.

Imediatamente após o desarme da linha, equipes da companhia foram acionadas para atuar no restabelecimento do serviço, e no decorrer da noite, foram localizadas uma torre ao solo e avarias em outra duas. Imediatamente após a localização, os trabalhos de reparo foram iniciados pelas equipes especializadas em serviços pesados e manutenção de linhas.

Todos os reparos necessários já foram concluídos.

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Governo vai dar até 65% de desconto em conta de energia; veja quem vai ter direito

O Governo Federal contemplará cerca de 35,3 milhões de famílias que conseguiram atingir a meta de economizar 10% do seu consumo comum entre os meses de setembro e dezembro de 2021 dando até 65% de desconto na conta de energia.

O desconto faz parte do Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica. O projeto iniciou diante da crise hídrica que o país enfrentou em 2021. Para amenizar, o Governo solicitou à população brasileira que economizasse energia, ressaltando os alertas de apagões.

Como será concedido o desconto?

De acordo com o Ministério da Energia, o desconto será disponibilizado de forma automática na conta do mês de janeiro de 2022. Logo, não há necessidade do consumidor se inscrever ou solicitar o benefício.

A pasta explicou que os consumidores contemplados terão um desconto de R$ 0,50 por kWh (quilowatt-hora). A estimativa é que R$ 2,4 bilhões sejam subsidiados com os descontos.

Tarifa Social com até 65% de desconto

Outro programa de descontos na conta de luz é o Tarifa Social da Energia Elétrica, que  deve entrar em vigência a partir de janeiro de 2022. De acordo com o texto do projeto, o Governo Federal, em parceria com as empresas distribuidoras de energia, selecionará automaticamente as famílias que se encaixarem nos critérios de liberação.

O desconto na conta de luz vai de 10% a 65% sobre o valor total, a depender do consumo mensal, sendo:

  • 65% para quem consome de 0 a 30 kWh
  • 40% para quem consome entre 31 kWh a 100 kWh
  • 10% quando os gastos forem de 101 kWh a 220 kWh.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), para ter direito ao benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), deve ser satisfeito um dos seguintes requisitos:

  • Família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – Cadastro Único, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional; ou  
  • Idosos com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais ou pessoas com deficiência, que recebam o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC, nos termos dos arts. 20 e 21 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993; ou  
  • Família inscrita no Cadastro Único com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, que tenha portador de doença ou deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual e múltipla) cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica.  

Como solicitar a Tarifa Social?

Interessados devem solicitar à sua distribuidora de energia elétrica a classificação da unidade consumidora na subclasse residencial baixa renda, informando: 

  • Nome, CPF e Carteira de Identidade ou, na inexistência desta, outro documento de identificação oficial com foto, ou ainda, o RANI, no caso de indígenas;  
  • Código da unidade consumidora a ser beneficiada;  
  • Número de identificação social – NIS e/ou o Código Familiar no Cadastro Único ou o Número do Benefício – NB quando do recebimento do Benefício de Prestação Continuada – BPC; e  
  • Apresentar o relatório e atestado subscrito por profissional médico, somente nos casos de famílias com uso continuado de aparelhos.  

A distribuidora efetuará consulta ao Cadastro Único ou ao Cadastro do Benefício da Prestação Continuada para verificar as informações prestadas, sendo que a última atualização cadastral deve ter ocorrido em até dois anos.

FONTE SEU CREDITO DIGITAL

Conta de luz pode ter reajuste de quase 18%; entenda o caso

Na manhã da última quarta-feira (19), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) promoveu uma audiência pública para discutir com a sociedade a revisão tarifária da conta de luz da LIGHT – Light Serviços de Eletricidade S/A. 

Segundo dados oficiais da ANEEL, a Light é responsável pela distribuição de energia elétrica a cerca de 4,5 milhões de unidades consumidoras de 37 munícipios do estado do Rio de Janeiro

A sessão foi virtual e contou com cinco contribuições, tendo sido transmitida ao vivo pelo canal da ANEEL no YouTube e acompanhada por mais de 65 pessoas.

O consultor de energia elétrica, Fernando Umbria, explica que a ANEEL revisa as tarifas das distribuidoras de energia para equilibrar as receitas da empresa. Essa revisão ocorre de 4 a 5 anos, dependendo do contrato firmado.

Reajuste proposto na conta de luz

Para a revisão tarifária, a ANEEL reúne diversos documentos e leva em consideração tanto gastos anteriores das distribuidoras que não foram cobertos pelas bandeiras tarifárias, quanto despesas futuras previstas, como a manutenção de equipamentos e a ampliação da rede.

Neste caso, a Light já apresentou a sua perspectiva de reajuste de conta de luz para a agência, confira:

EmpresaConsumidores residenciais – B1
Light17,89%
EmpresaClasse de consumo – Consumidores Cativos
LightBaixa tensão em médiaAlta tensão em médiaEfeito Médio para o consumidor
17,96%9,52%15,13%

O efeito médio proposto na revisão tarifária da empresa, de 15,13%, foi impactado principalmente pelos custos com pagamento de encargos setoriais e gastos com atividades de distribuição e compra de energia.

Umbria explicou que, mesmo a Aneel tendo estabelecido a bandeira da escassez hídrica na conta de luz, não conseguiu arrecadar o que era preciso. Existe ainda um valor que precisa ser resolvido. Caso contrário, as distribuidoras ficarão sem capital de giro.

De acordo com a agência, a proposta tarifária também incluiu “a definição dos correspondentes limites dos indicadores de continuidade de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e de Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC) da distribuidora, para o período de 2023 a 2027. A definição ocorrerá após análise de contribuições e os índices passarão a vigorar em 13 de março deste ano”.

Contribua com a revisão tarifária

A Audiência Pública 031/2021 está vinculada à Consulta pública 077/2021. As contribuições à consulta tarifária deverão ser enviadas por e-mail, até 28 de janeiro, da seguinte forma:         

  • cp077_2021rv@aneel.gov.br, para o tema Revisão Tarifária;        
  • cp077_2021et@aneel.gov.br, para o tema Estrutura Tarifária;      
  • cp077_2021pt@aneel.gov.br, para o tema Perdas Técnicas;         
  • cp077_2021ic@aneel.gov.br, para o tema Indicadores de Continuidade (DEC e FEC).

Clientes que desejarem obter mais informações sobre processos tarifários podem acessar o link “Entendendo a Tarifa”, no aplicativo ANEEL Consumidor, disponível na loja de aplicativo do seu smartphone.

Imagem: Bohbeh / Shutterstock.com

FONTE SEU CREDITO DIGITAL

Conta de luz não vai ficar mais barata por causa das chuvas em Minas; entenda

Está chovendo muito em Minas, mas reservatórios do sistema nacional ainda não estão com níveis altos de capacidade

As chuvas intensas sobre Minas Gerais permitiram a elevação de alguns reservatórios do sistema hidrelétrico do Brasil, mas isso não vai se refletir em uma redução nas tarifas da conta de luz de forma imediata. Isso porque o sistema de geração e transmissão do Brasil é conectado por meio do Sistema Nacional Interligado (SIN), ou seja, a produção de energia no país é compartilhada entre quase todos os Estados.

Os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) indicam que o sistema Sudeste / Centro-Oeste ainda está com 32,6% do volume total dos reservatórios. Enquanto o reservatório de Três Marias, com 73%, puxa a média para cima, os reservatórios dos rios Paranaíba e Paraná puxam para baixo. Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, por exemplo, está com nível em 21,68%.  

Dessa forma, para que a cobrança da bandeira de escassez hídrica deixe de ser cobrada, é preciso que chova muito mais e em diferentes espaços do país. Se isso não acontecer, ela deve continuar em vigor até abril, conforme planejamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

“A bandeira é um tipo de cobrança que está sendo repassada ao consumidor de um custo anterior de geração de energia. Primeiro você usa e depois você paga, E as principais usinas do país estão na região Sul, onde ainda não choveu o mesmo volume que em Minas”, explica Orlando de Souza, professor de Engenheria Elétrica no Centro Universitário UNA.

Como Itaipu ainda está com nível baixo de água e algumas termoelétricas ainda estão em atividade, a tendência é de que a bandeira de escassez hídrica continue sendo cobrada do consumidor, já que a geração de energia permanece cara. Isso pode mudar se continuar chovendo e se as precipitações ocorrerem em várias regiões do país.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a bandeira de escassez hídrica foi instituída para pagar os gastos adicionais de 2021 (veja nota abaixo).

Por meio de nota, a Cemig esclarece que as bandeiras tarifárias que incidem nas contas de energia dos brasileiros são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e valem para todo o território nacional, sendo o mesmo valor aplicado para todos os consumidores no país. Ou seja, a Cemig não define quando é aplicada uma bandeira tarifária ou não.

“Vale ressaltar que, como o sistema brasileiro é interligado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) leva em consideração todos os subsistemas para definir a bandeira que vai vigorar no país.  Lembrando que as bandeiras tarifárias indicam as condições hidrológicas para a produção de energia elétrica. Isto é, quanto mais térmicas são acionadas para atender a demanda da população, mais cara será a produção de energia. Isso se deve pelo fato de que as usinas térmicas utilizam combustíveis fósseis”, explica a Cemig.

Confira a nota do Ministério de Minas e Energia sobre a bandeira de escassez hídrica:

Desde outubro de 2020, o Ministério de Minas e Energia (MME) tem adotado diversas medidas para mitigar o impacto no setor elétrico do pior cenário de escassez hídrica da história do país. Por meio de um acompanhamento permanente realizado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), foram tomadas medidas tanto para aumentar a oferta de energia quanto para reduzir o consumo.

Entre as ações estão o acionamento de mais termelétricas, importação de energia, entrada em operação de novos empreendimentos de geração e de transmissão de energia, flexibilização de restrições de defluência e de armazenamento mínimo em reservatórios de usinas hidrelétricas, flexibilizações de critérios operativos, disponibilização de unidades de regaseificação de gás natural, incentivo à oferta de excedente de geração de energia elétrica, programas de redução voluntária da demanda e do consumo e campanhas de consumo consciente de energia.

Vale ressaltar que as usinas termelétricas foram acionadas já em outubro de 2020, logo quando foi identificado que as chuvas do período úmido de 2020/2021 poderiam ser abaixo da média. A bandeira de escassez hídrica foi instituída para pagar os gastos adicionais decorrentes da situação de escassez hídrica realizados em 2021.

Também foram tomadas medidas para redução do consumo de energia elétrica na administração pública federal e os programas para redução voluntária da demanda por grandes e pequenos consumidores.
Os resultados avaliados recentemente, com a melhora dos níveis dos reservatórios, evidenciam a assertividade dos esforços empreendidos por todos os entes do setor elétrico. Por meio de robusta atuação conjunta, com a necessária tempestividade na tomada de decisão, o setor tem garantido, ao menor custo possível, a devida segurança e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica no País e a preservação dos usos da água, mesmo diante de cenário bastante adverso de escassez hídrica vivenciado nos últimos anos
“.

FONTE O TEMPO

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