Auxílio Brasil pode chegar a R$ 500 no Congresso, afirma colunista

Governistas e partidos de oposição apoiam que o Auxílio Brasil seja mais alto. Eles vão tentar subir para R$ 500 o valor médio do benefício

Cerca de 17 milhões de brasileiros devem ser contemplados pelo Auxílio Brasil. O programa vai substituir o Bolsa Família. Para isso, governistas e partidos da oposição apoiam que o benefício seja mais alto. Ou seja, eles vão tentar subir para R$ 500 o valor médio do benefício.

Por conta da legislação eleitoral que proíbe a criação de benefícios sociais em anos eleitorais, antes de mais nada o governo tenta apressar o envio do programa ao Congresso. Agora, a Medida Provisória precisa ser aprovada por deputados e senadores no prazo máximo de 120 dias.

Isso significa que, depois disso, a MP passa a valer de forma definitiva. Com essa tentativa de acelerar a aprovação, a expectativa do governo é começar o pagamento do benefício já no mês de novembro. Vale lembrar que o valor médio pago hoje pelo programa Bolsa Família é de R$ 190.

Pressão no governo Bolsonaro

Durante uma reunião virtual da Central Única dos Trabalhadores, o ex-presidente Lula defendeu o pagamento de um auxílio de R$ 600 por mês aos brasileiros em situação de vulnerabilidade.

“O povo precisa. Ele tem que dar”, disse Lula durante a reunião, numa tentativa de pressionar o governo Bolsonaro a aumentar o benefício.

Reajuste sobre o Bolsa Família

A previsão é de que o novo programa tenha um reajuste de 20% sobre o Bolsa Família. Por isso, o governo ainda precisa assegurar de onde virá o dinheiro. Até o momento, o governo já aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro (IOF).

Como receber o Auxílio Brasil

Para receber o benefício, as famílias vão precisar se inscrever ou atualizar o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico. O novo auxílio deve ser pago para famílias em situações de extrema pobreza, que tem renda de até R$ 89 por pessoa.

Famílias em situação de pobreza que tenham gestantes ou menores de 21 anos também poderão receber o benefício. A migração de quem já recebe o Bolsa Família vai ser automática para o novo programa, garante o Ministério da Cidadania.

FONTE CAPITALIST

Auxílio para caminhoneiros autônomos é anunciado por Bolsonaro

Declaração indica benefício para 750 mil caminhoneiros

Nesta quinta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro declarou que o governo deve pagar um auxílio para os caminhoneiros autônomos, como forma de ajuda em razão ao aumento do preço do óleo diesel.

O presidente anunciou que os dados serão apresentados nos próximos dias, e que deverá beneficiar 750 mil caminhoneiros.

Auxílio para caminhoneiros autônomos é anunciado por Bolsonaro; acompanhe
Auxílio para caminhoneiros autônomos é anunciado por Bolsonaro – Foto: Reuters/Carla Carniel

Auxílio diesel

A ajuda aos caminhoneiros deve ser de R$ 400 por mês até dezembro de 2022. A medida terá um custo de cerca de R$ 3,6 bilhões. No entanto, o governo ainda não disse como isso será pago.

“Os números serão apresentados nos próximos dias. Nós vamos atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel”, disse durante evento de entrega do governo em Sertânia (PE).

“Fazemos isso porque é através deles que as mercadorias, os alimentos chegam nos 4 cantos do país. São momentos difíceis, mas nós não deixaremos ninguém para trás”, afirmou.

O anúncio do presidente foi realizado depois do alerta sobre a possibilidade de os caminhoneiros entrarem em greve como protesto pelo preço dos combustíveis.

Aumento dos combustíveis

“O preço do combustível lá fora está o dobro do Brasil. Sabemos que aqui é outro país, mas grande parte do consumo em combustível, ou melhor, uma parte considerável, nós importamos e temos que pagar o preço deles lá de fora”, afirmou.

Reação dos caminhoneiros

O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, declarou que os R$ 400 não atendem as demandas dos caminhoneiros, que o valor é insuficiente frente ao diesel custando, em média, R$ 4,80, e que, portanto, a greve programada para o dia 1º de novembro está mantida.

A saber, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o menor preço médio do litro do diesel é R$ 4,823 (Rio Grande do Sul) e o maior, R$ 6,208 (Acre). Com os valores apresentados, um caminhoneiro tem o custo, no Rio Grande do Sul, em média de R$ 1.929,20 e no Acre, de R$ 2.483,20 para encher um tanque de 400 litros.

FONTE BRASIL 123

Auxílio emergencial de R$600 com pagamento de mais 14 parcelas

De acordo com Ministro da Cidadania, João Roma, essa parcela de outubro é a última do Auxílio Emergencial do Governo Federal

O Governo Federal está pagando neste mês de outubro a 7ª parcela do Auxílio Emergencial para algo em torno de 35 milhões de brasileiros. Existia até aqui uma expectativa de que o Planalto pudesse prorrogar esse benefício até 2023, com pagamento de mais 14 parcelas de R$600. No entanto, agora se sabe que isso não vai acontecer.

Em declaração na noite desta quarta-feira (20), o Ministro da Cidadania, João Roma, confirmou que o programa vai mesmo acabar em outubro. Assim, o Governo Federal vai começar o mês de novembro apenas com os pagamentos do Auxílio Brasil, que é o projeto que vai substituir o Bolsa Família.

“O auxílio emergencial será finalizado em outubro, este mês será o pagamento da última parcela do auxílio”, afirmou o Ministro na coletiva em questão. “Desta maneira, estamos chegando agora no mês de outubro ao final do auxílio emergencial”, completou o Ministro que afirmou que o programa teria sido um sucesso.

Essa acaba sendo uma declaração muito forte neste momento. É que João Roma era justamente o Ministro que estava tentando convencer o Governo Federal a prorrogar o Auxílio Emergencial por mais alguns meses. Acontece, no entanto, que aparentemente ele perdeu essa queda de braço com o Ministério da Economia.

Há cerca de duas semanas, Roma declarou que sem a prorrogação do Auxílio Emergencial, algo em torno de 25 milhões de pessoas que hoje recebem alguma ajuda do Governo ficarão sem nada a partir de novembro. Na ocasião, ele prometeu que faria algo para proteger esses cidadãos, mas não falou mais no assunto depois.

Empregos e Bolsa Família

Então no final das contas, a proposta que foi aceita pelo Governo Federal foi a do Ministro da Economia, Paulo Guedes. Eles acabarão com o Bolsa Família atual e com o Auxílio Emergencial ao mesmo tempo e colocarão no lugar apenas um programa social.

A aposta de Guedes é que o país melhore as condições de emprego. Assim, todas as milhões de pessoas que ficarão de fora do programa social a partir de novembro poderiam conseguir um trabalho e consequentemente uma renda.

Pesou para esta decisão de não prorrogar o Auxílio Emergencial justamente a questão do aumento da criação de vagas para os informais nos últimos meses. Por isso, muita gente dentro do Governo Federal afirma que não seria mais necessário pagar mais alguns meses do programa em questão.

Calendário do Auxílio

Dá para dizer, portanto, que o Governo Federal está pagando neste momento a última parcela do Auxílio Emergencial. Nesta quinta-feira (21), por exemplo, é a vez dos informais que nasceram em fevereiro. Estão recebendo também aqueles que fazem parte do Bolsa Família e que possuem o Número de Inscrição Social (NIS) terminando em 4.

Depois de um hiato de três meses sem pagamentos, o Governo Federal decidiu retomar os repasses do Auxílio Emergencial ainda neste último mês de outubro. Só que desta vez o programa está sendo executado em uma versão menor quando se compara com aquela que se viu no ano passado.

Hoje, de acordo com o Ministério da Cidadania, algo em torno de 35 milhões de brasileiros são usuários do Auxílio Emergencial do Governo Federal. Os valores permanecem os mesmos. São parcelas que variam entre R$ 150 e R$ 375 a depender do público que recebe o montante.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Salário mínimo 2022: Previsão volta a subir com novo aumento da inflação

Estimativa para o piso nacional do próximo ano considera o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE

Milhões de brasileiros esperam o início do ano para descobrir qual será o valor do novo salário mínimo. As previsões para 2022 não param de subir desde o início do ano, e o governo federal já tem uma nova estimativa de quanto será o reajuste no valor do piso nacional.

O salário mínimo é corrigido anualmente com base na inflação medida pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). Prévias são divulgadas mensalmente pelo IBGE, responsável pelo índice, mas o resultado oficial só sai ao final de cada ano.

A projeção mais atual considera inflação de 8%, o que elevaria o piso nacional a R$ 1.192,40 em 2022. A mudança também altera os valores de aposentadorias, pensões, auxílio-desemprego e outros benefícios.

No início de 2021, a primeira previsão do governo era de que inflação fecharia o ano em 6,2%, mas os níveis dos preços não param de subir no país.

Reajuste ou aumento?

Desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro, o salário mínimo não tem ganhos reais. O valor apenas é reajustado anualmente com base na inflação, evitando perdas no poder de compra dos trabalhadores. Para o próximo ano, a expectativa é de que isso também ocorra.

Até 2018, a lei determinava que a correção do piso nacional deveria considerar o INPC mais resultado do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes, o que garantia ganhos reais aos brasileiros.

FONTE EDITAL CONCURSOS

João Roma confirma valor do Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família

Benefício será pago a 17 milhões de pessoas

Na noite deste domingo o ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista à TV Brasil, confirmou o valor do Auxílio Brasil em R$ 300 por mês para substituir o Bolsa Família em novembro deste ano. Segundo ele, 17 milhões de pessoas vão receber o benefício.

Roma também afirmou que o programa terá “zelo fiscal”. Os dois números são maiores do que o programa atual, que atende 14,6 milhões de pessoas, com pagamento mensal de R$ 190 na média. A diferença entre um programa e outro é cerca de R$ 23 bilhões. 

“Precisa ter muito cuidado e muito zelo na responsabilidade no quesito fiscal”, disse ele, que completou: “O Auxílio Brasil é uma evolução dos programas de renda executados no governo federal”. 

As fontes de recurso seriam a PEC dos Precatórios, que pretende liberar parcela de recursos dentro do teto para bancar o gasto maior, e a Reforma do Imposto de Renda (IR), ambas empacadas no Congresso Nacional. Roma segue confiante com a aprovação das duas.

“A pandemia está passando, mas efeitos sociais da pandemia não estão passando. É natural que estado brasileiro dê essa resposta.”

O programa deve estimular o ingresso no mercado de trabalho por meio do Sistema S, que inclui o Sesc e o Senac. “No Auxílio Brasil, estamos viabilizando uma regra de permanência”, afirmou o ministro.

FONTE ECONOMIA IG

Auxílio emergencial com prorrogação de mais 6 parcelas até 2022

De acordo com as conversas de bastidores, o ministro da Cidadania, João Roma, deseja estender o benefício por mais alguns meses, inclusive, até o primeiro semestre de 2022

Atenção, trabalhadores! O fim do auxílio emergencial já está marcado, sendo o último pagamento previsto no dia 31 de outubro. Isso por meio de depósitos. A Caixa Econômica Federal encerra na próxima terça-feira (19), os lotes de pagamentos em saques da sexta parcela, enquanto a sétima iniciará nesta segunda-feira (18).

O auxílio emergencial, assim, chega ao seu último pagamento neste mês. Dessa forma, crescem as expectativas de prorrogação do benefício por mais tempo. De acordo com as conversas de bastidores, o ministro da Cidadania, João Roma, deseja estender o benefício por mais tempo (até o ano de 2022). No entanto, ainda não há confirmações sobre o assunto.

Atualmente o Governo Federal está trabalhando para liberar o Auxílio Brasil, novo programa de transferência de renda. Porém, existem algumas inconsistências orçamentárias que podem impedir tal implementação.

Diante disso, em suas últimas declarações, Roma tem demonstrado preocupação a respeito do desamparo dos beneficiários após o encerramento do auxílio emergencial. Por isso, há uma grande possibilidade que o ministro defenda a ideia.

Entretanto, caso isso de fato aconteça, a expectativa é que não ocorra como atualmente. Isso porque, uma nova redução deve ser realizada tanto no número de beneficiários quanto na mensalidade distribuída.

6 parcelas da prorrogação?

De acordo com informações apuradas, os membros do Governo Federal estão inclinados a aprovar uma prorrogação por mais seis meses. Caso isso se confirme, o programa acabaria entrando portanto no ano de 2022. E poderia chegar ainda mais próximo das eleições de 2022, o que seria bom para avaliação do presidente Jair Bolsonaro.

É importante lembrar que ainda resta discutir é a questão do patamar de pagamentos. Há, dentro do Governo Federal, quem defenda que o Planalto deveria seguir fazendo liberações, mas com valores ainda mais baixos. Hoje, de acordo com o Ministério da Cidadania, o nível dos repasses varia entre R$ 150 e R$ 375.

Durante esta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou que o benefício será prorrogado por mais tempo. A declaração foi dada em cerimônia no Palácio do Planalto e as informações são da Agência o Globo.

“O ministro Tarcísio (de Freitas, da Infraestrutura) vai vender mais 22 aeroportos. O ministro Rogério Marinho (do Desenvolvimento Regional) vai concluir as obras. O ministro João Roma vai estender o auxílio emergencial. Nós somos um time remando pelo Brasil”, disse Guedes.

Atualmente, o auxílio emergencial conta com os seguintes requisitos:

  • Possuir renda total do grupo familiar de até três salários mínimos (R$ 3.300); 
  • Só será permitida o pagamento de uma cota por grupo familiar; 
  • Ter mais de 18 anos; 
  • Não possuir qualquer vínculo de emprego formal; 
  • Não ter tido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 ou rendimentos isentos acima de R$ 40 mil e nem ser dono de bens de valor superior a R$ 300 mil no fim de 2019; 
  • Estão excluídos os residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares; 
  • Ficam de fora também as pessoas que receberam qualquer tipo de benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de transferência de renda do governo em 2020, com exceção do Bolsa Família e abono salarial.

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INSS vai pagar 14º salário e abono de R$ 2 mil no final do ano?

Como fica o final do ano dos segurados do INSS? Teremos a liberação do 14º salário ou o abono extra de R$ 2 mil?

Desde a liberação da antecipação do 13º salário aos aposentados e pensionistas do INSS, parlamentares vem se movimentando sobre um abono extra destinado aos segurados da Previdência Social, assim como aconteceu no ano passado.

Contudo, as medidas que vinham ganhando destaque em 2020 acabaram não sendo liberadas, assim, como consequência, esses temas foram trazidos a discussão novamente, tendo em vista o impactado da pandemia da Covid-19 no cenário econômico e social do país.

Abono extra de R$ 2 mil

Mesmo que ainda tenhamos debates sobre a viabilização das medidas é necessário atenção a alguns pontos, como por exemplo do abono extra de R$ 2 mil, que nem ao menos chegou a se tornar um Projeto de Lei para que pudesse entrar em discussão no Congresso Nacional.

O tema acerca do abono de R$ 2 mil, surgiu através de uma Sugestão Legislativa que ganhou grande apoio dos cidadãos, que votaram a favor do tema, o mesmo chegou a ser recepcionado em Julho de 2020 pelo Senado Federal, mas desde o ano passado não há movimentação sobre o tema.

14º salário do INSS

No caso do 14º salário do INSS, dois Projetos de Lei de maneiras distintas foram propostas para a viabilização do abono extra no final do ano, sendo eles o Projeto de Lei 3657/20 de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e o Projeto de Lei 4.367/2020 do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS).

No ano passado, o tema que havia ganho maior destaque foi o Projeto de Lei do senador Paulo Paim, contudo, desde o ano passado pouco foi articulado sobre o tema, inviabilizando e dificultando a liberação da medida que solicita o abono dobrado dos segurados e dependentes do RGPS, instituindo, na prática, um 14º salário em favor dos que recebem auxílio-doença, auxílio-acidente ou aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão.

Já neste ano, quando tu parecia descartado a Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados aprovou na última semana o texto do deputado Pompeo de Mattos, dando mais uma pequena esperança de que o benefício possa ser liberado.

Na proposta original de Pompeo, é solicitado de forma excepcional a criação em 2020 e 2021 de um abono anual (14º salário) em favor dos aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social, na forma estabelecida nesta lei.

Contudo, como o tema veio a ser aprovado somente agora a Comissão alterou o texto e instituiu que o benefício seja pago nos anos de 2021, 2022 e 2023.

Contudo, é necessário calma, apesar da aprovação pela CSSF, ainda há um longo caminho para a medida percorrer, agora, com a aprovação da Comissão de Seguridade Social e Família, o tema foi encaminhado para análise da Comissão de Finanças e Tributação (CFT).

Além disso, após análise da Câmara dos Deputados, o tema deverá passar por análise e aprovação do Senado Federal para que em seguida possa passar pela sanção presidencial e começar a valer, então, os segurados devem ter calma, pois ainda não há nada confirmado quanto a liberação do 14º salário emergencial em 2021.

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Novo Bolsa Família: Governo avalia subir valor para mais de R$ 300

De acordo com informações de bastidores, ala do Governo Federal está convencida de que pode subir Bolsa Família para além de R$ 300

O Governo Federal ainda não bateu o martelo sobre alguns detalhes do novo Bolsa Família. O texto do programa já está em tramitação no Congresso Nacional, mas ainda não se sabe, por exemplo, qual será o valor médio dos pagamentos. O mais provável, de acordo com informações de bastidores, é que seja de R$ 300.

Só que uma ala do Governo Federal acredita que esse patamar é muito baixo. Hoje, de acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor médio de uma cesta básica mensal em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre é de mais de R$ 600. Então eles acreditam que o Planalto teria que aproximar mais o Bolsa Família desse montante.

Hoje, de acordo com o Ministério da Cidadania, cerca de 14,7 milhões de pessoas recebem a atual versão do Bolsa Família. Os valores médios de agora estão na casa dos R$ 189. Informações de bastidores dão conta de que o Governo pretende pagar uma média de R$ 300 para cerca de 17 milhões a partir de novembro.

Mas a quantidade de usuários do programa também é um ponto que está tirando o sono do Palácio do Planalto neste momento. É que alguns membros do poder executivo estão dizendo que é preciso inserir mais gente. Eles se baseiam no fato de que mais de 20 milhões de brasileiros declaram estar passando fome neste exato momento.

Não se sabe ainda, no entanto, se o Governo Federal vai conseguir fazer essa mudança. É que, como se sabe, os pagamentos iniciais do novo Bolsa Família devem acontecer dentro de mais algumas semanas. Portanto, seja qual for a decisão do Planalto, ela precisa ser tomada o mais rapidamente possível sobre esse assunto.

MP no Congresso

Para quem não lembra, o próprio Presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente entregar o texto da Medida Provisória (MP) desse programa no Congresso Nacional. O documento mostra como vai ficar a estrutura do projeto em questão.

Só que ainda faltam algumas informações básicas nessa MP. Ainda não dá para saber, por exemplo, qual vai ser o valor médio dos pagamentos do programa. Além disso, também não está claro quantas pessoas irão receber o benefício.

Por causa da ausência dessas informações, os deputados estão tomando a liberdade de inserir uma série de emendas parlamentares no documento original. Já são mais de 460. A maioria delas fala sobre o aumento do valor do projeto.

Prorrogação do Auxílio

Além do novo Bolsa Família, o Governo Federal também está discutindo neste momento a possível prorrogação do Auxílio Emergencial. É que de acordo com o calendário oficial do programa, o benefício está chegando ao fim neste mês de outubro.

A ala do Governo mais ligada ao Ministério da Cidadania acredita que é preciso aplicar essa prorrogação. Eles temem que cerca de 25 milhões de pessoas que hoje recebem algum auxílio do Planalto fiquem sem nada a partir de novembro.

Já a ala mais ligada ao Ministro da Economia, Paulo Guedes, não quer a prorrogação. Eles temem que esse aumento nos gastos públicos possa acabar comprometendo o teto fiscal. Essa discussão ainda não chegou ao fim no poder executivo.

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NOVA prorrogação do auxílio emergencial até 2022 com a calamidade pública

Acionando o dispositivo de calamidade pública, o Governo Federal não precisaria se preocupar com o teto de gastos para aumentar o Auxílio

O Governo Federal ainda não sabe exatamente se vai prorrogar o Auxílio Emergencial, e muito menos sabe como vai fazer isso. De acordo com informações de bastidores, muitas são as ideias, mas nenhuma delas foi concretizada de fato ainda. Notícias da imprensa dão conta de que uma ala do Planalto quer retomar o período de calamidade pública.

Para quem não sabe, esse é dispositivo que, quando acionado, permite que o Governo Federal deixa de se preocupar com o teto de gastos. Na prática, isso quer dizer que eles poderiam gastar com o que quisessem sem nenhum tipo de impedimento fiscal. Pelo menos é isso o que se sabe oficialmente.

No ano passado, esse dispositivo valeu durante vários meses. Aliás, foi ele que permitiu que o Governo Federal acabasse pagando valores mais altos no Auxílio Emergencial. De acordo com o Ministério da Cidadania, algumas mulheres chefes de família chegaram a receber parcelas de R$ 1200.

Caso esse período de calamidade pública volte de fato, então o Governo teria liberdade para retomar esses pagamentos. Isso quer dizer que existe sim neste momento uma chance de o Auxílio Emergencial passar a pagar uma média maior e também aumente o número de beneficiários a partir de novembro.

Só que neste momento, o mais provável é que isso não aconteça. É que mesmo que o Governo decida acionar esse gatilho, então se imagina que eles iriam seguir querendo economizar e não gastar muito. Seria portanto apenas uma ajuda para que as pessoas que já estão recebendo o benefício, sigam com ele por mais tempo.

Ministério da Economia

Há um impasse gigantesco para essa ideia. E ele responde pelo nome de Ministério da Economia. A ala comandada pelo Ministro Paulo Guedes é totalmente contra a ideia de retomar o período de calamidade pública.

Em entrevista recente, Guedes argumentou que esse dispositivo pode ser uma enganação. Ele disse que mesmo que o Governo ganhe o direito de gastar mais, a conta vai chegar depois. Ele argumentou que os mais pobres é que pagariam essas despesas.

Guedes também teme o que aconteceria no mercado com esse anúncio. De acordo com ele, isso poderia ser visto como um sinal de que o Brasil não conseguiria arcar com as suas contas e que, por isso, não valeria a pena investir.

Retomar calamidade era uma possibilidade?

Desde a retomada dos pagamentos do Auxílio Emergencial este ano, o Governo Federal vem argumentando que não pode mexer no teto de gastos. Por isso, eles decidiram pagar valores mais baixos este ano.

Enquanto em 2020, o Planalto chegou a fazer pagamentos mensais de R$ 1200, agora o máximo que eles estão pagando são ciclos de R$ 375. Caso o Governo decida retirar o teto agora, pode ser que a oposição questione o porquê de o Planalto não ter feito isso antes.

É que se sabe que milhões de pessoas que precisam do Auxílio passaram os últimos meses sem receber nenhum tipo de ajuda. E eles podem ter passado por toda essa situação, mesmo com o Governo Federal sabendo que poderia ter retirado o teto de gastos e colocado mais gente para dentro do programa. Essa é, portanto, uma questão complexa.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Vale-gás NACIONAL com valor de R$50 a cada 2 meses

Vários projetos estão em tramitação no Congresso e várias ideias estão surgindo no Planalto. Mas Vale-gás ainda parece longe de sair do papel

Mesmo diante de milhões de pessoas pedindo ajuda para a compra do botijão de gás, o cenário neste momento não é nada animador. De acordo com informações de bastidores, não há sequer uma previsão de data de início dos pagamentos de um vale-gás em um nível federal. E isso estaria desanimando muita gente.

Projetos e ideias não faltam. Há cerca de duas semanas, deputados federais aprovaram um programa que pretende pagar pelo menos a metade do preço médio semestral do botijão de gás. Hoje, por exemplo, isso seria um auxílio de cerca de R$ 50 a cada dois meses. Pelo menos essa é a ideia que os parlamentares apresentaram.

Recentemente a Petrobras anunciou a doação de R$ 300 milhões para os cofres da União. O objetivo era o mesmo. Eles querem ajudar a criar uma espécie de vale-gás para a população em situação de carência. Dentro do Palácio do Planalto está crescendo a ideia de usar esse dinheiro dentro do novo Bolsa Família.

Só que mesmo diante desses projetos e ideias, o fato mesmo é que ainda não há nada de concreto. O documento que passou recentemente pela Câmara dos Deputados ainda tem que passar pelo Senado e depois precisa do apoio do Presidente Jair Bolsonaro. Há cerca de duas semanas, o programa está parado.

A situação dos R$ 300 milhões da Petrobras parece ser ainda mais difícil de entender. É que semanas depois do anúncio, a estatal ainda não deu nenhum detalhe sobre o projeto. Ainda não se sabe quantas pessoas irão receber o benefício, nem qual vai ser o valor dos pagamentos para esses usuários. Data de início também é algo que ninguém sabe.

Estados

Enquanto o Governo Federal e o Congresso Nacional não encontram uma definição sobre isso, vários estados já começaram a pagar as suas versões do vale-gás. Alguns pagamentos já se iniciaram em São Paulo, Ceará e Pará, por exemplo.

No Rio de Janeiro, o Governador Claudio Castro sancionou o texto do vale-gás que a Assembleia Legislativa aprovou. De acordo com ele, usuários do Auxílio Emergencial estadual começam a receber o benefício de R$ 80 no próximo dia 25.

Só que esses programas estaduais não estão conseguindo abranger muita gente. Então mesmo as pessoas destes estados estão pedindo para que o poder executivo seja mais rápido na criação de um auxílio para compra do botijão de gás agora.

Feriado sem vale-gás

No feriado de 12 de outubro não aconteceram reuniões no Congresso e nem agenda no Palácio do Planalto. Parlamentares e membros do Governo Federal estarão com as suas famílias curtindo a folga.

Ao mesmo tempo, milhões de pessoas neste momento não sabem como passarão esta data com as suas famílias. Muitas tiveram que escolher entre comprar o botijão de gás ou comprar a comida. A fome está aumentando no país.

Ainda não há uma data para as definições de prazo para o vale-gás no Brasil. Nas redes sociais, milhares de pessoas estão pedindo para que deputados, senadores e o presidente sejam mais rápidos nesta questão.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

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