O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde (SEESS) divulgou um alerta aos trabalhadores da área da saúde de Conselheiro Lafaiete, Congonhas, Ouro Branco e Itabirito, informando que o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2027 ainda não foi firmado por hospitais e clínicas da região. Segundo o sindicato, a demora na assinatura do acordo coloca em risco direitos e benefícios conquistados pelos profissionais da categoria. A entidade afirma que, enquanto o ACT não for formalizado, os trabalhadores podem ficar sem garantias relacionadas a reajuste salarial, vale-alimentação, benefícios, jornada de trabalho e demais cláusulas previstas nas convenções coletivas.
Na campanha divulgada nas redes sociais, o SEESS destaca que “direitos não se negociam” e pede que os profissionais denunciem instituições que ainda não assinaram o acordo. O sindicato também orienta os trabalhadores a permanecerem atentos e não aceitarem retrocessos nos direitos já conquistados.
Ainda conforme a publicação, hospitais e clínicas das cidades de Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Ouro Branco e Itabirito seguem sem concluir a negociação do ACT 2026/2027, situação que, segundo a entidade, exige mobilização da categoria para garantir a preservação das conquistas trabalhistas.
O sindicato reforça que a união dos trabalhadores é fundamental para assegurar direitos como reajuste salarial, benefícios, condições de trabalho e demais garantias previstas nos acordos coletivos. Por fim, o SEESS disponibilizou canais de atendimento para que os profissionais possam esclarecer dúvidas, denunciar irregularidades ou obter informações sobre as negociações do Acordo Coletivo 2026/2027.
Posicionamento das instituições
Até o momento, os hospitais e clínicas mencionados na campanha não haviam se manifestado publicamente sobre as alegações do sindicato. O espaço permanece aberto para que as instituições apresentem seus esclarecimentos ou posicionamento sobre o andamento das negociações do acordo coletivo.



