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Obra histórica começa em Congonhas e Museu da Imagem e Memória fecha as portas

Fechamento temporário do casarão histórico marca o início de uma revitalização predial e museográfica  prometendo impulsionar o turismo e a economia local.

O Museu da Imagem e Memória de Congonhas se prepara para iniciar uma nova e promissora etapa em sua trajetória cultural. Para viabilizar a execução de uma ampla obra de restauração, assim como a revitalização expográfica,  o casarão histórico terá suas atividades de visitação pública temporariamente suspensas a partir de 13 de julho. A intervenção é fruto direto dos recursos federais viabilizados pelo Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Cidades Históricas, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O anúncio da obra foi celebrado durante o evento “Avanços do Patrimônio no Novo PAC em Minas Gerais”, ocasião em que o Iphan entregou simbolicamente a Congonhas um cheque referente aos novos investimentos destinados a cidade. Na oportunidade, o município foi contemplado com recursos para importantes intervenções, entre elas a restauração do Museu da Imagem e Memória, da antiga Câmara Municipal e a construção da ponte pênsil do Parque Natural da Romaria. As iniciativas fazem parte das dez propostas de Congonhas aprovadas inicialmente no PAC Cidades Históricas e incorporadas ao Novo PAC.

Embora o fechamento temporário represente uma pausa nas visitas presenciais, a medida é fundamental para assegurar a conservação de um importante patrimônio histórico de Congonhas e proporcionar um espaço cultural compatível com as necessidades do público.  Congonhas reafirma o seu protagonismo na preservação de suas linhas históricas ao mesmo tempo em que projeta seu olhar para o futuro. A requalificação do Museu da Imagem e Memória proporcionará uma experiência significativamente superior aos moradores locais e aos milhares de visitantes que circulam pelo município anualmente, oferecendo um espaço mais seguro, interativo, inclusivo e confortável.

A ação reflete-se também diretamente na engrenagem socioeconômica congonhense. Com as intervenções, o Museu da Imagem e Memória potencializará a atração de fluxos turísticos e prolongará o tempo de permanência do visitante na cidade. O fortalecimento do turismo histórico e cultural gera um impacto positivo na economia local, dinamizando diretamente a rede hoteleira, o setor de bares e restaurantes, o comércio de artesanato e a prestação de serviços, consolidando a preservação da memória como um dos principais motores de desenvolvimento sustentável da região.

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