Notícia triste: uma das maiores montadores do mundo fecha fábricas e sacrificar um terço da sua produção global

A decisão surpreendente da Toyota de interromper a produção em suas 14 fábricas no Japão enviou ondas de choque pelo mercado automobilístico global, gerando impactos em cascata.

No cenário automobilístico global, uma notícia surpreendente ecoou: a Toyota, uma das gigantes da indústria, tomou a decisão drástica de interromper a produção em todas as suas 14 fábricas no Japão. Essa inesperada reviravolta deixou o mercado em suspense, com especulações sobre o motivo por trás dessa medida ousada e seu impacto não apenas na Toyota, mas também em suas afiliadas e na indústria como um todo.

Uma reviravolta inesperada no mundo automobilístico

No dia 29 de agosto, a Toyota emitiu um comunicado chocante, anunciando a suspensão temporária de suas atividades em todas as suas unidades no Japão. Essa medida afetou diretamente 14 fábricas. A notícia deixou muitos se perguntando sobre o que teria levado a essa paralisação abrupta, em primeiro momento a Toyota não forneceu uma data clara para a retomada da produção que, por sorte, retornou na quarta-feira, 30 de agosto, seguindo o horário local japonês.

De acordo com informações da agência Reuters, a paralisação aconteceu devido a uma falha crítica na linha de produção da Toyota. Essa falha não apenas interrompeu o fluxo de componentes cruciais, mas também levantou preocupações sobre a capacidade operacional da gigante japonesa. Notavelmente, a possibilidade de um ataque hacker foi descartada, eliminando assim um cenário que preocuparia ainda mais os investidores e consumidores.

A interrupção começou nas primeiras horas da terça-feira, afetando 12 das 14 fábricas. À medida que o dia avançava, as duas unidades restantes também tiveram suas atividades interrompidas. Embora o impacto exato dessa medida não tenha sido calculado, estimativas da Reuters sugerem que ela representa quase um terço da produção global da Toyota em estado de estagnação.

Paralisação na produção da montadora japonesa gera impacto e o efeito dominó nas empresas afiliadas

A paralisação da Toyota não ficou restrita às suas fábricas; ela também afetou empresas afiliadas, como a Toyota Industries. O efeito dominó obrigou essa empresa a suspender temporariamente suas próprias operações. Vale lembrar que no ano anterior, um ataque cibernético já havia forçado a Toyota a paralisar suas fábricas, mas naquela ocasião, uma solução alternativa foi encontrada para retomar a produção.

Essa nova interrupção representa um revés significativo para a Toyota, que ainda está se recuperando dos impactos da “crise dos semicondutores”. A escassez desses componentes atrasou entregas de veículos novos em todo o mundo, afetando não apenas a Toyota, mas toda a indústria automobilística global. A parada súbita das fábricas resulta em uma perda estimada de cerca de 13 mil veículos, correspondente a um único dia de produção.

No entanto, há um raio de esperança no horizonte. Dados obtidos pela Reuters mostram que a empresa conseguiu alcançar um impressionante crescimento de 29% nos ganhos de janeiro a junho, representando o primeiro aumento significativo em dois anos.

Esse episódio destaca a vulnerabilidade das empresas, mesmo as gigantes como a Toyota, a interrupções inesperadas. A montadora agora está focada em fortalecer seus protocolos de segurança e resiliência para evitar futuros incidentes desse tipo. Também serve como um lembrete de como eventos em uma parte do mundo podem ter repercussões globais na cadeia de suprimentos automotivos.

FONTE CLICK PETROLEO E GAS

Notícia triste: uma das maiores montadores do mundo fecha fábricas e sacrificar um terço da sua produção global

A decisão surpreendente da Toyota de interromper a produção em suas 14 fábricas no Japão enviou ondas de choque pelo mercado automobilístico global, gerando impactos em cascata.

No cenário automobilístico global, uma notícia surpreendente ecoou: a Toyota, uma das gigantes da indústria, tomou a decisão drástica de interromper a produção em todas as suas 14 fábricas no Japão. Essa inesperada reviravolta deixou o mercado em suspense, com especulações sobre o motivo por trás dessa medida ousada e seu impacto não apenas na Toyota, mas também em suas afiliadas e na indústria como um todo.

Uma reviravolta inesperada no mundo automobilístico

No dia 29 de agosto, a Toyota emitiu um comunicado chocante, anunciando a suspensão temporária de suas atividades em todas as suas unidades no Japão. Essa medida afetou diretamente 14 fábricas. A notícia deixou muitos se perguntando sobre o que teria levado a essa paralisação abrupta, em primeiro momento a Toyota não forneceu uma data clara para a retomada da produção que, por sorte, retornou na quarta-feira, 30 de agosto, seguindo o horário local japonês.

De acordo com informações da agência Reuters, a paralisação aconteceu devido a uma falha crítica na linha de produção da Toyota. Essa falha não apenas interrompeu o fluxo de componentes cruciais, mas também levantou preocupações sobre a capacidade operacional da gigante japonesa. Notavelmente, a possibilidade de um ataque hacker foi descartada, eliminando assim um cenário que preocuparia ainda mais os investidores e consumidores.

A interrupção começou nas primeiras horas da terça-feira, afetando 12 das 14 fábricas. À medida que o dia avançava, as duas unidades restantes também tiveram suas atividades interrompidas. Embora o impacto exato dessa medida não tenha sido calculado, estimativas da Reuters sugerem que ela representa quase um terço da produção global da Toyota em estado de estagnação.

Paralisação na produção da montadora japonesa gera impacto e o efeito dominó nas empresas afiliadas

A paralisação da Toyota não ficou restrita às suas fábricas; ela também afetou empresas afiliadas, como a Toyota Industries. O efeito dominó obrigou essa empresa a suspender temporariamente suas próprias operações. Vale lembrar que no ano anterior, um ataque cibernético já havia forçado a Toyota a paralisar suas fábricas, mas naquela ocasião, uma solução alternativa foi encontrada para retomar a produção.

Essa nova interrupção representa um revés significativo para a Toyota, que ainda está se recuperando dos impactos da “crise dos semicondutores”. A escassez desses componentes atrasou entregas de veículos novos em todo o mundo, afetando não apenas a Toyota, mas toda a indústria automobilística global. A parada súbita das fábricas resulta em uma perda estimada de cerca de 13 mil veículos, correspondente a um único dia de produção.

No entanto, há um raio de esperança no horizonte. Dados obtidos pela Reuters mostram que a empresa conseguiu alcançar um impressionante crescimento de 29% nos ganhos de janeiro a junho, representando o primeiro aumento significativo em dois anos.

Esse episódio destaca a vulnerabilidade das empresas, mesmo as gigantes como a Toyota, a interrupções inesperadas. A montadora agora está focada em fortalecer seus protocolos de segurança e resiliência para evitar futuros incidentes desse tipo. Também serve como um lembrete de como eventos em uma parte do mundo podem ter repercussões globais na cadeia de suprimentos automotivos.

FONTE CLICK PETROLEO E GAS

Que lugar é esse? Conheça a Vila Barroló, comunidade de artesãos que produz peças de cerâmica em MG

História do grupo começou em 1979 e sustentabilidade é a base de tudo. Interessados podem agendar para conhecer o espaço e acompanhar a produção das peças.

No 13º episódio da série “Que lugar é esse?”, o MG1 visitou a Vila Barroló, uma comunidade de artesãos ceramistas que fica no limite dos municípios de Veríssimo e Conceição das Alagoas, no Triângulo Mineiro.

A história começou em 1979, com Antônio Cleofas e a esposa Anita Braga, que passaram para os 15 filhos o ofício de transformar o barro em arte.

Desde então, a família cresceu e já são mais de 40 pessoas vivendo juntas e se organizando em uma estrutura de associação, onde a sustentabilidade é a base de tudo.

Um exemplo disso é que todos os imóveis foram construídos com técnicas de bioconstrução. Para as refeições, grande parte dos alimentos são da horta cultivada pela comunidade.

As cerâmicas produzidas pelo grupo são vendidas para clientes do Brasil e de outros países, mas algumas também são expostas em museus.

Vila Barroló recebe visitantes que podem acompanhar a produção das cerâmicas, escolher o que querem comprar e conhecer a associação. As visitas são agendadas.

Artesão produz peça de cerâmica na Vila Barroló — Foto: Reprodução/Instagram
Artesão produz peça de cerâmica na Vila Barroló — Foto: Reprodução/Instagram

Que lugar é esse?

A série conta histórias de pontos turísticos e outros locais curiosos para pessoas conhecerem nas cidades mineiras com cobertura da TV Integração.

FONTE G1

Que lugar é esse? Conheça a Vila Barroló, comunidade de artesãos que produz peças de cerâmica em MG

História do grupo começou em 1979 e sustentabilidade é a base de tudo. Interessados podem agendar para conhecer o espaço e acompanhar a produção das peças.

No 13º episódio da série “Que lugar é esse?”, o MG1 visitou a Vila Barroló, uma comunidade de artesãos ceramistas que fica no limite dos municípios de Veríssimo e Conceição das Alagoas, no Triângulo Mineiro.

A história começou em 1979, com Antônio Cleofas e a esposa Anita Braga, que passaram para os 15 filhos o ofício de transformar o barro em arte.

Desde então, a família cresceu e já são mais de 40 pessoas vivendo juntas e se organizando em uma estrutura de associação, onde a sustentabilidade é a base de tudo.

Um exemplo disso é que todos os imóveis foram construídos com técnicas de bioconstrução. Para as refeições, grande parte dos alimentos são da horta cultivada pela comunidade.

As cerâmicas produzidas pelo grupo são vendidas para clientes do Brasil e de outros países, mas algumas também são expostas em museus.

Vila Barroló recebe visitantes que podem acompanhar a produção das cerâmicas, escolher o que querem comprar e conhecer a associação. As visitas são agendadas.

Artesão produz peça de cerâmica na Vila Barroló — Foto: Reprodução/Instagram
Artesão produz peça de cerâmica na Vila Barroló — Foto: Reprodução/Instagram

Que lugar é esse?

A série conta histórias de pontos turísticos e outros locais curiosos para pessoas conhecerem nas cidades mineiras com cobertura da TV Integração.

FONTE G1

Dez carros que podem receber placa preta em 2023; veja lista

Segunda geração do Ford Escort, Volkswagen Logus, Fiat Tipo e até Chevrolet Corsa que já tenham completado 30 anos de produção podem receber placa preta

Quando a placa com o padrão Mercosul foi adotada no Brasil, muitos proprietários de carros antigos torceram o nariz. Afinal, de início, a cobiçada placa preta não tinha o fundo em tom negro e letras em branco, como era praxe – a única mudança eram letras em cinza nas placas convencionais. Isso frustrou bastante gente e até rendeu ações e protestos. Entretanto, há pouco mais de um ano, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou, por meio da resolução 957/2022, a placa preta com o padrão mais moderno. E já tem alguns carros aptos a adotar este novo modelo, como a segunda geração do Ford Escort e até os primeiros Chevrolet Corsa produzidos no País.

Chevrolet Corsa

Dentre as regras para receber a placa preta, o carro deve ter 30 anos de fabricação e excelente estado de conservação. Aliás, um adendo, o ano-modelo não vale, precisa ser o ano de fabricação. Por isso, carros produzidos em 1993 já podem ostentar o incremento. O Chevrolet Corsa, por exemplo, passou a ser reconhecido como carro colecionável.

placa preta
Chevrolet Corsa (General Motors/Divulgação)

Aqui, no entanto, cabe uma explicação. O Chevrolet Corsa foi lançado no Brasil no início de 1994 (na Europa, tratava-se da segunda geração) para substituir o Chevette Junior. Entretanto, independentemente de ser considerado como linha 1994, as primeiras unidades produzidas na planta de São José dos Campos (SP) em 1993 já são passíveis de placa preta. Portanto, algumas unidades do Corsa 1.0 Wind e do 1.4 GL – que tenham a devida porcentagem de originalidade – já podem receber o adereço.

Ford Escort, Escort Hobby e Verona

Ford Escort (Ford/Divulgação)

Ford Escort é outro que, mesmo ainda presente na memória de muitos brasileiros, já completou 30 anos do lançamento de sua segunda geração. O modelo permaneceu, basicamente, o mesmo desde 1983 quando chegou ao País. Chamado por alguns de “Escort Europa”, o modelo chegou em 1993 ao mercado nas versões, L, GL, Guia, XR3 e também conversível.

Ford Verona (Ford/Divulgação)

Cabe recordar que, à exemplo do que algumas montadoras fazem atualmente, a Ford optou por continuar vendendo a antiga geração como modelo de entrada da marca. Assim, nascia o Escort Hobby – que também já pode receber a placa preta. Outro exemplar da marca do oval azul que também consegue placa preta é o Verona de segunda geração. No mercado a partir de 1993, o sedã do Escort, pela primeira vez, vinha com quatro portas.

Chevrolet Vectra

placa preta
Chevrolet Vectra (Chevrolet/Divulgação)

Por falar em sedã com quatro portas, o Chevrolet Vectra também já pode receber placa preta. O modelo que deu o ar da graça por aqui cinco anos após sua estreia na Europa (pelas mãos da Opel), basicamente, chegaria para substituir o Monza. Mas a clientela resistiu e não abriu mão do modelo – que, aliás, era um pouco mais barato. Dessa forma, nem mesmo a vasta tecnologia e o apelo de uma versão GSI, que levava motor 2.0 16 v de 150 cv, deram conta do recado. Em 1996, por fim, deu lugar ao novo Vectra.

Volkswagen Logus

placa preta
Volkswagen Logus (Volkswagen/Divulgação)

Os donos das primeiras unidades do Volkswagen Logus também já conseguem obter a placa preta. Ainda sob a asa da Autolatina (fusão entre Ford e Volkswagen), chegava ao mercado o sedã da Volkswagen que substituiria o Apollo (irmão gêmeo do Ford Verona). Desta vez, no entanto, a ideia era não trazer um clone, mas apenas compartilhar a mesma plataforma da geração MK5 do Ford Escort (que deu origem ao Verona). Com design agradável e apenas opção de carroceria duas portas, ficou em linha até 1996, quando a joint venture entre ambas as marcas se desfez. A versão hatchback do Logus, o Pointer, contudo, também faz 30 anos. Como destaques, o modelo tinha quatro portas e até versão esportiva.

Fiat Tipo

placa preta
Fiat Tipo (Fiat/Divulgação)

Em meados da década de 1990, era sair às ruas e esbarrar com o Tipo. O hatch médio da Fiat fez bastante sucesso no País. Chegou ao mercado em 1993. A princípio, tinha apenas unidades com duas portas. Mais tarde, todavia, chegou a opção com quatro portas. Seu porte e o belo design agradaram o público que podia pagar por um modelo importado. Nas novelas, era figura carimbada. Entretanto, várias unidades do motor 1.6 ie com injeção monoponto de 82 cv pegaram fogo e, com isso, o furor baixou entre a clientela. Quem ainda tem na garagem um Tipo original e datado de 1993, já pode preparar a pepelada, afinal, mesmo desembarcando por aqui em setembro de 1993, há 30 anos o hatch já estava em produção.

Chevrolet Suprema

placa preta
Chevrolet Omega Suprema (Chevrolet/Divulgação)

Para quem tem saudades das famosas station wagon, o Omega Suprema provavelmente deve estar guardado na memória. A versão perua do Omega chegou ao Brasil em 1993 – ficou até 1996. O grande chamariz era o gigantesco porta-malas de 540 litros. Com o banco traseiro rebatido, o espaço saltava para 1.850 litros. E a GM investiu em engenharia. Era tanto que o carro mantinha o nivelamento da carroceria graças a um sistema de suspensão traseira pneumático.

Volkswagen Fusca

placa preta
Volkswagen Fusca (Volkswagen/Divulgação)

E não daria parta encerrar essa reportagem sem falar do Fusca “Itamar”. O apelido do carro vem do então presidente da república Itamar Franco, que sugeriu à Volkswagen a volta do modelo ao mercado para brigar na categoria de carros populares. Inicialmente, o Fusca havia sido produzido entre 1959 e 1986. Não se pode dizer que foi um sucesso, afinal, em 1993, haviam concorrentes mais modernos, como Escort, Chevette e até mesmo o Gol 1000. Além do visual defasado, o Fusca ainda tinha o mesmo motor 1.6 refrigerado a ar de 1986, entretanto, com a adição de um catalisador no sistema de escapamento.

FONTE JORNAL DO CARRO

Dez carros que podem receber placa preta em 2023; veja lista

Segunda geração do Ford Escort, Volkswagen Logus, Fiat Tipo e até Chevrolet Corsa que já tenham completado 30 anos de produção podem receber placa preta

Quando a placa com o padrão Mercosul foi adotada no Brasil, muitos proprietários de carros antigos torceram o nariz. Afinal, de início, a cobiçada placa preta não tinha o fundo em tom negro e letras em branco, como era praxe – a única mudança eram letras em cinza nas placas convencionais. Isso frustrou bastante gente e até rendeu ações e protestos. Entretanto, há pouco mais de um ano, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou, por meio da resolução 957/2022, a placa preta com o padrão mais moderno. E já tem alguns carros aptos a adotar este novo modelo, como a segunda geração do Ford Escort e até os primeiros Chevrolet Corsa produzidos no País.

Chevrolet Corsa

Dentre as regras para receber a placa preta, o carro deve ter 30 anos de fabricação e excelente estado de conservação. Aliás, um adendo, o ano-modelo não vale, precisa ser o ano de fabricação. Por isso, carros produzidos em 1993 já podem ostentar o incremento. O Chevrolet Corsa, por exemplo, passou a ser reconhecido como carro colecionável.

placa preta
Chevrolet Corsa (General Motors/Divulgação)

Aqui, no entanto, cabe uma explicação. O Chevrolet Corsa foi lançado no Brasil no início de 1994 (na Europa, tratava-se da segunda geração) para substituir o Chevette Junior. Entretanto, independentemente de ser considerado como linha 1994, as primeiras unidades produzidas na planta de São José dos Campos (SP) em 1993 já são passíveis de placa preta. Portanto, algumas unidades do Corsa 1.0 Wind e do 1.4 GL – que tenham a devida porcentagem de originalidade – já podem receber o adereço.

Ford Escort, Escort Hobby e Verona

Ford Escort (Ford/Divulgação)

Ford Escort é outro que, mesmo ainda presente na memória de muitos brasileiros, já completou 30 anos do lançamento de sua segunda geração. O modelo permaneceu, basicamente, o mesmo desde 1983 quando chegou ao País. Chamado por alguns de “Escort Europa”, o modelo chegou em 1993 ao mercado nas versões, L, GL, Guia, XR3 e também conversível.

Ford Verona (Ford/Divulgação)

Cabe recordar que, à exemplo do que algumas montadoras fazem atualmente, a Ford optou por continuar vendendo a antiga geração como modelo de entrada da marca. Assim, nascia o Escort Hobby – que também já pode receber a placa preta. Outro exemplar da marca do oval azul que também consegue placa preta é o Verona de segunda geração. No mercado a partir de 1993, o sedã do Escort, pela primeira vez, vinha com quatro portas.

Chevrolet Vectra

placa preta
Chevrolet Vectra (Chevrolet/Divulgação)

Por falar em sedã com quatro portas, o Chevrolet Vectra também já pode receber placa preta. O modelo que deu o ar da graça por aqui cinco anos após sua estreia na Europa (pelas mãos da Opel), basicamente, chegaria para substituir o Monza. Mas a clientela resistiu e não abriu mão do modelo – que, aliás, era um pouco mais barato. Dessa forma, nem mesmo a vasta tecnologia e o apelo de uma versão GSI, que levava motor 2.0 16 v de 150 cv, deram conta do recado. Em 1996, por fim, deu lugar ao novo Vectra.

Volkswagen Logus

placa preta
Volkswagen Logus (Volkswagen/Divulgação)

Os donos das primeiras unidades do Volkswagen Logus também já conseguem obter a placa preta. Ainda sob a asa da Autolatina (fusão entre Ford e Volkswagen), chegava ao mercado o sedã da Volkswagen que substituiria o Apollo (irmão gêmeo do Ford Verona). Desta vez, no entanto, a ideia era não trazer um clone, mas apenas compartilhar a mesma plataforma da geração MK5 do Ford Escort (que deu origem ao Verona). Com design agradável e apenas opção de carroceria duas portas, ficou em linha até 1996, quando a joint venture entre ambas as marcas se desfez. A versão hatchback do Logus, o Pointer, contudo, também faz 30 anos. Como destaques, o modelo tinha quatro portas e até versão esportiva.

Fiat Tipo

placa preta
Fiat Tipo (Fiat/Divulgação)

Em meados da década de 1990, era sair às ruas e esbarrar com o Tipo. O hatch médio da Fiat fez bastante sucesso no País. Chegou ao mercado em 1993. A princípio, tinha apenas unidades com duas portas. Mais tarde, todavia, chegou a opção com quatro portas. Seu porte e o belo design agradaram o público que podia pagar por um modelo importado. Nas novelas, era figura carimbada. Entretanto, várias unidades do motor 1.6 ie com injeção monoponto de 82 cv pegaram fogo e, com isso, o furor baixou entre a clientela. Quem ainda tem na garagem um Tipo original e datado de 1993, já pode preparar a pepelada, afinal, mesmo desembarcando por aqui em setembro de 1993, há 30 anos o hatch já estava em produção.

Chevrolet Suprema

placa preta
Chevrolet Omega Suprema (Chevrolet/Divulgação)

Para quem tem saudades das famosas station wagon, o Omega Suprema provavelmente deve estar guardado na memória. A versão perua do Omega chegou ao Brasil em 1993 – ficou até 1996. O grande chamariz era o gigantesco porta-malas de 540 litros. Com o banco traseiro rebatido, o espaço saltava para 1.850 litros. E a GM investiu em engenharia. Era tanto que o carro mantinha o nivelamento da carroceria graças a um sistema de suspensão traseira pneumático.

Volkswagen Fusca

placa preta
Volkswagen Fusca (Volkswagen/Divulgação)

E não daria parta encerrar essa reportagem sem falar do Fusca “Itamar”. O apelido do carro vem do então presidente da república Itamar Franco, que sugeriu à Volkswagen a volta do modelo ao mercado para brigar na categoria de carros populares. Inicialmente, o Fusca havia sido produzido entre 1959 e 1986. Não se pode dizer que foi um sucesso, afinal, em 1993, haviam concorrentes mais modernos, como Escort, Chevette e até mesmo o Gol 1000. Além do visual defasado, o Fusca ainda tinha o mesmo motor 1.6 refrigerado a ar de 1986, entretanto, com a adição de um catalisador no sistema de escapamento.

FONTE JORNAL DO CARRO

Região de Carajás pode se tornar uma das maiores produtoras de cobre do mundo, afirma CEO da Ero Copper

A região de Carajás, no norte do Brasil, tem o potencial de se tornar uma das maiores produtoras de cobre do mundo na próxima década, de acordo com David Strang, CEO e diretor da Ero Copper. Atualmente, a Vale opera na região há mais de 50 anos, concentrando-se na produção de minério de ferro no complexo mineral de Carajás/Serra Norte, que é a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, com uma produção anual de 150 milhões de toneladas (Mt).

Para Strang, a crescente demanda por minerais como o cobre e o níquel, devido às tecnologias limpas, representa uma oportunidade única para Carajás. Ele destaca que a região é um dos maiores distritos minerais do mundo, com um enorme potencial ainda pouco explorado, principalmente devido à presença dominante da Vale.

O Brasil produziu 99,5 Mt de cobre em 2021, sendo o 8º maior exportador mundial, representando apenas 1,6% do metal extraído globalmente. Grande parte das jazidas de cobre do Brasil está localizada em Carajás, com um total estimado de 27,34 Mt de metal contido. O Projeto Tucumã da Ero Copper, localizado na Província Mineral de Carajás, está em construção e deve entrar em produção no segundo semestre do próximo ano, adicionando 326.000 toneladas de cobre recuperado ao longo de uma vida útil inicial de 12 anos.

Carajás

A Vale, por sua vez, opera suas principais minas de cobre em Carajás, com destaque para a mina de Sossego, localizada no município de Canaã dos Carajás, com capacidade de produção anual de 93 mil toneladas de cobre metálico em concentrado. A empresa também opera a mina de Salobo, em Marabá, sudeste do Pará, que possui uma reserva mineral de 1,15 bilhão de toneladas de cobre, sendo a maior jazida de cobre do Brasil.

A Vale recentemente fez acordos para vender uma participação de 13% em sua unidade de metais básicos por US$ 3,4 bilhões para a Ma’aden da Arábia Saudita e para a empresa norte-americana Engine No. 1, como parte de sua estratégia para valorizar seus ativos de níquel e cobre. Strang destacou a qualidade do portfólio de projetos de cobre não desenvolvidos da Vale e observou que o investimento com os sauditas será interessante de se acompanhar.

Além disso, o executivo-chefe da Ero Copper também enfatizou a oportunidade de produzir produtos premium no Brasil, devido aos altos índices de energia renovável no país, que responde por quase 7% da produção de energia renovável mundial. Strang acredita que, se os projetos forem desenvolvidos, o Brasil poderá se tornar um dos 10 maiores, e talvez um dos cinco maiores, produtores de cobre do mundo.

FONTE MINERA BRASIL

Região de Carajás pode se tornar uma das maiores produtoras de cobre do mundo, afirma CEO da Ero Copper

A região de Carajás, no norte do Brasil, tem o potencial de se tornar uma das maiores produtoras de cobre do mundo na próxima década, de acordo com David Strang, CEO e diretor da Ero Copper. Atualmente, a Vale opera na região há mais de 50 anos, concentrando-se na produção de minério de ferro no complexo mineral de Carajás/Serra Norte, que é a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, com uma produção anual de 150 milhões de toneladas (Mt).

Para Strang, a crescente demanda por minerais como o cobre e o níquel, devido às tecnologias limpas, representa uma oportunidade única para Carajás. Ele destaca que a região é um dos maiores distritos minerais do mundo, com um enorme potencial ainda pouco explorado, principalmente devido à presença dominante da Vale.

O Brasil produziu 99,5 Mt de cobre em 2021, sendo o 8º maior exportador mundial, representando apenas 1,6% do metal extraído globalmente. Grande parte das jazidas de cobre do Brasil está localizada em Carajás, com um total estimado de 27,34 Mt de metal contido. O Projeto Tucumã da Ero Copper, localizado na Província Mineral de Carajás, está em construção e deve entrar em produção no segundo semestre do próximo ano, adicionando 326.000 toneladas de cobre recuperado ao longo de uma vida útil inicial de 12 anos.

Carajás

A Vale, por sua vez, opera suas principais minas de cobre em Carajás, com destaque para a mina de Sossego, localizada no município de Canaã dos Carajás, com capacidade de produção anual de 93 mil toneladas de cobre metálico em concentrado. A empresa também opera a mina de Salobo, em Marabá, sudeste do Pará, que possui uma reserva mineral de 1,15 bilhão de toneladas de cobre, sendo a maior jazida de cobre do Brasil.

A Vale recentemente fez acordos para vender uma participação de 13% em sua unidade de metais básicos por US$ 3,4 bilhões para a Ma’aden da Arábia Saudita e para a empresa norte-americana Engine No. 1, como parte de sua estratégia para valorizar seus ativos de níquel e cobre. Strang destacou a qualidade do portfólio de projetos de cobre não desenvolvidos da Vale e observou que o investimento com os sauditas será interessante de se acompanhar.

Além disso, o executivo-chefe da Ero Copper também enfatizou a oportunidade de produzir produtos premium no Brasil, devido aos altos índices de energia renovável no país, que responde por quase 7% da produção de energia renovável mundial. Strang acredita que, se os projetos forem desenvolvidos, o Brasil poderá se tornar um dos 10 maiores, e talvez um dos cinco maiores, produtores de cobre do mundo.

FONTE MINERA BRASIL

Maior do mundo: cidade de Minas produz queijo com mais de 2,7 toneladas

Cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce, teve mais um recorde de queijo gigante superado; festa também tem outras atrações como doce de leite e queimadinha

A cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce, quebrou novamente o próprio recorde de maior queijo minas do mundo, assim como o de maior doce de leite, títulos conquistados e superados há mais de dez anos. A tradicional delícia mineira foi apresentada durante a 13ª Festa do Queijo, realizada neste domingo (23/7), na Praça Coronel Calhau, no centro da cidade.

Desde 2011, a cidade realiza o desafio de produzir o maior queijo minas do mundo. Logo na estreia, o produto já chegou a 1.305 quilos. Pesado pelo Rank Brasil, representante do Livro dos Recordes no país, a produção deste ano tem medidas impressionantes: 2.727 quilos, superando o da última edição em 274 quilos. O recorde anterior havia sido conquistado no ano passado, quando o queijo produzido pesou 2.453 quilos.

Para fabricar a iguaria foram usados 28 mil litros de leite, 400 quilos de sal, além de coalho e fermento. O tempo de produção também superou a edição passada: foram 10 horas de trabalho, envolvendo 15 profissionais, e mais cinco dias na câmara de resfriamento, processo feito em uma empresa de laticínios.

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Depois de pesado, o queijo “desfilou” pelas ruas da cidade e, então, foi a vez das pessoas provarem a iguaria, dividida em pequenos pedaços e distribuída entre centenas de visitantes presentes no evento, na Praça Coronel Calhau. Este ano, a festa contou com a presença do governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), e de outros políticos da região.

Festa tradicional

Cidade de Minas também tem o título de maior doce de leite do mundo(foto: Festa do Queijo/Divulgação)

A produção leiteira é a base da economia de Ipanema, cidade com aproximadamente 20 mil habitantes. A Festa do Queijo é um dos eventos tradicionais no calendário turístico regional, com atrações musicais, concursos gastronômicos, barracas de artesanatos, comidas típicas, e shows locais e de nível nacional. A celebração acontece todo ano, mas ficou suspensa em 2020 e 2021 devido à pandemia de COVID-19.

Além do tradicional queijo minas gigante, a festa também tem outras atrações de grandes proporções, o doce de leite, que entrou para o livro dos recordes em 2013, e também ampliou seu recorde nesta edição, saindo de 873 quilos no ano passado para 1.070 quilos em 2023. E a queimadinha -bebida mineira feita de leite caramelado-, produzida em um bule gigante, que somou novamente 1.200 litros.

Neste ano, pela primeira vez, os participantes do evento tiveram a oportunidade de comprar queijos em barracas com as produções locais de Ipanema. A iniciativa incentiva o trabalho dos produtores locais, além de aumentar o lucro das suas empresas, e oferecer aos visitantes uma gama maior de experiências gastronômicas.

História do maior queijo do mundo

Depois de pesado, o maior queijo do mundo “desfilou” pelas ruas da cidade de Ipanema e foi distribuído para a população(foto: Festa do Queijo/Divulgação)

A marca que estampa o rótulo do maior queijo do mundo é a Laticínios Dois Irmãos, fundada pelos irmãos João Batista Nascimento e José Nascimento. Filha de um dos donos e fundadores, Sarah Werneck caracteriza a empresa como “familiar e bem pequena”. De acordo com ela, os irmãos produzem em “menos quantidade, mas tudo com muita qualidade”.

Sarah conta que, antes de começar a produzir laticínios, os irmãos vendiam pasteis em frente a uma escola em Ipanema, e os alunos tinham liberdade para sair da escola e comprar os pasteis, até que a instituição decidiu manter as portas fechadas, impedindo os estudantes de sair para comprar os alimentos vendidos na porta.

Com isso, a venda dos pastéis diminuiu significativamente, e os irmãos precisaram pensar em outra fonte de renda. Assim, como um deles já havia trabalhado com a produção de laticínios antes, surgiu a ideia de começar a produzir, em casa, queijos para serem vendidos. Sarah afirma que “a produção era bem fundo de quintal”.

Recordes do queijo

  • 2023: 2.727 quilos
  • 2022: 2.453 quilos
  • 2019:2.284 quilos
  • 2018: 2.072 quilos
  • 2017: 1.980 quilos
  • 2016: 1.910 quilos
  • 2015: 1.810 quilos
  • 2014: 1.770 quilos
  • 2013: 1.600 quilos
  • 2012: 1.480 quilos
  • 2011: 1.305 quilos

Recordes do doce de leite

  • 2023: 1.070 quilos
  • 2022: 873 quilos
  • 2019: 828 quilos
  • 2018: 810 quilos
  • 2017: 608 quilos
  • 2016: 568 quilos
  • 2015: 517 quilos
  • 2014: 507 quilos
  • 2013: 302 quilos

FONTE ESTADO DE MINAS

Maior do mundo: cidade de Minas produz queijo com mais de 2,7 toneladas

Cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce, teve mais um recorde de queijo gigante superado; festa também tem outras atrações como doce de leite e queimadinha

A cidade de Ipanema, no Vale do Rio Doce, quebrou novamente o próprio recorde de maior queijo minas do mundo, assim como o de maior doce de leite, títulos conquistados e superados há mais de dez anos. A tradicional delícia mineira foi apresentada durante a 13ª Festa do Queijo, realizada neste domingo (23/7), na Praça Coronel Calhau, no centro da cidade.

Desde 2011, a cidade realiza o desafio de produzir o maior queijo minas do mundo. Logo na estreia, o produto já chegou a 1.305 quilos. Pesado pelo Rank Brasil, representante do Livro dos Recordes no país, a produção deste ano tem medidas impressionantes: 2.727 quilos, superando o da última edição em 274 quilos. O recorde anterior havia sido conquistado no ano passado, quando o queijo produzido pesou 2.453 quilos.

Para fabricar a iguaria foram usados 28 mil litros de leite, 400 quilos de sal, além de coalho e fermento. O tempo de produção também superou a edição passada: foram 10 horas de trabalho, envolvendo 15 profissionais, e mais cinco dias na câmara de resfriamento, processo feito em uma empresa de laticínios.

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Depois de pesado, o queijo “desfilou” pelas ruas da cidade e, então, foi a vez das pessoas provarem a iguaria, dividida em pequenos pedaços e distribuída entre centenas de visitantes presentes no evento, na Praça Coronel Calhau. Este ano, a festa contou com a presença do governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), e de outros políticos da região.

Festa tradicional

Cidade de Minas também tem o título de maior doce de leite do mundo(foto: Festa do Queijo/Divulgação)

A produção leiteira é a base da economia de Ipanema, cidade com aproximadamente 20 mil habitantes. A Festa do Queijo é um dos eventos tradicionais no calendário turístico regional, com atrações musicais, concursos gastronômicos, barracas de artesanatos, comidas típicas, e shows locais e de nível nacional. A celebração acontece todo ano, mas ficou suspensa em 2020 e 2021 devido à pandemia de COVID-19.

Além do tradicional queijo minas gigante, a festa também tem outras atrações de grandes proporções, o doce de leite, que entrou para o livro dos recordes em 2013, e também ampliou seu recorde nesta edição, saindo de 873 quilos no ano passado para 1.070 quilos em 2023. E a queimadinha -bebida mineira feita de leite caramelado-, produzida em um bule gigante, que somou novamente 1.200 litros.

Neste ano, pela primeira vez, os participantes do evento tiveram a oportunidade de comprar queijos em barracas com as produções locais de Ipanema. A iniciativa incentiva o trabalho dos produtores locais, além de aumentar o lucro das suas empresas, e oferecer aos visitantes uma gama maior de experiências gastronômicas.

História do maior queijo do mundo

Depois de pesado, o maior queijo do mundo “desfilou” pelas ruas da cidade de Ipanema e foi distribuído para a população(foto: Festa do Queijo/Divulgação)

A marca que estampa o rótulo do maior queijo do mundo é a Laticínios Dois Irmãos, fundada pelos irmãos João Batista Nascimento e José Nascimento. Filha de um dos donos e fundadores, Sarah Werneck caracteriza a empresa como “familiar e bem pequena”. De acordo com ela, os irmãos produzem em “menos quantidade, mas tudo com muita qualidade”.

Sarah conta que, antes de começar a produzir laticínios, os irmãos vendiam pasteis em frente a uma escola em Ipanema, e os alunos tinham liberdade para sair da escola e comprar os pasteis, até que a instituição decidiu manter as portas fechadas, impedindo os estudantes de sair para comprar os alimentos vendidos na porta.

Com isso, a venda dos pastéis diminuiu significativamente, e os irmãos precisaram pensar em outra fonte de renda. Assim, como um deles já havia trabalhado com a produção de laticínios antes, surgiu a ideia de começar a produzir, em casa, queijos para serem vendidos. Sarah afirma que “a produção era bem fundo de quintal”.

Recordes do queijo

  • 2023: 2.727 quilos
  • 2022: 2.453 quilos
  • 2019:2.284 quilos
  • 2018: 2.072 quilos
  • 2017: 1.980 quilos
  • 2016: 1.910 quilos
  • 2015: 1.810 quilos
  • 2014: 1.770 quilos
  • 2013: 1.600 quilos
  • 2012: 1.480 quilos
  • 2011: 1.305 quilos

Recordes do doce de leite

  • 2023: 1.070 quilos
  • 2022: 873 quilos
  • 2019: 828 quilos
  • 2018: 810 quilos
  • 2017: 608 quilos
  • 2016: 568 quilos
  • 2015: 517 quilos
  • 2014: 507 quilos
  • 2013: 302 quilos

FONTE ESTADO DE MINAS

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