A morte do pequeno Bernardo Henrique Dos Santos Alves, de apenas 1 ano e 8 meses, no Hospital Bom Jesus, repercutiu na sessão da Câmara de Congonhas com críticas a gestão da instituição e apuração rigorosa da suposta omissão médica. A criança foi por diversas vezes ao atendimento hospitalar entre sexta-feira (3) e domingo (5), sendo liberado. Na segunda-feira (6), a situação chegou ao limite. Segundo Tainara, o filho já não respondia a estímulos e estava extremamente debilitado. Ao dar entrada novamente na unidade de saúde, a criança foi levada diretamente para a sala de emergência. De acordo com informações médicas, houve convulsão e o quadro evoluiu para infecção generalizada. Bernardo era o primeiro filho do casal. A nossa reportagem, a mãe cobrou justiça e esclarecimentos.
Moção
Simônia apresentou um requerimento que solicita informações detalhadas sobre o atendimento prestado no Hospital Bom Jesus, após a morte da criança Bernardo Henrique dos Santos Alves, ocorrida no dia 6 de abril de 2026. O documento apresentado cobra esclarecimentos sobre possíveis falhas no atendimento médico, além de questionar a atuação da empresa 4ID, responsável por parte dos serviços na unidade hospitalar. O requerimento estabelece prazo de 15 dias para que as informações sejam prestadas pelo Executivo.
Discussões
“O caso precisa de uma apuração rigorosa para que não aconteça mais em Congonhas”, citou o Vereador Igor Souza (PL). “Isso não pode ser tratado nas prateleiras das estatísticas. Caso se comprova o erro, que a família ser reparada”, lamentou Eduardo Matozinhos. “A gente se solidariza com a família, mas precisa ser investigado”, comentou a Vereadora Patrícia Monteiro (PSB). “Não tenho o que falar. A Tainara foi minha aluna e é um momento muito dramático que merece reflexão”, analisou o Vereador Rodrigo Mendes.
O Hospital apura o caso.
Outro caso
Em meados de julho de 2024, um caso semelhante ocorreu quando a pequena Lívia Carolina de Paula, de apenas 5 anos, morreu no Hospital Bom Jesus. Os pais também acusam a instituição de negligência. A criança reclamava de dores na região clavícula, quando passou por radiografia e foi liberada. Dias depois, a criança retornou ao hospital vindo a óbito. O caso ganhou ampla repercussão nacional com apuração da PCMG e justiça.





