O pó da riqueza: Congonhas (MG) fica em meio a “nuvem de poeira” da mineração novamente

Moradores da cidade de Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, registram “nuvem de poeira” na tarde deste sábado(19). A maior barragem em área urbana da América Latina está no município. A situação é registrada por quem vive na cidade há anos. Uma preocupação com a saúde dos moradores e um incômodo que virou rotina. A Mina Casa de Pedra, localizada na serra de mesmo nome, pertence à CSN Mineração.

Em nota a empresa declarou que um ciclone com rajadas de vento que podem chegar a 80 km/h está atuando na região. Disse ainda que interrompeu temporariamente as operações nos momentos de maior intensidade dos ventos, de modo a mitigar o impacto da poeira.

A empresa também afirmou em nota que reforça o cuidado com o meio ambiente atuando com um rígido controle da emissão de poeira decorrente, inclusive, dos efeitos sinérgicos relacionados à presença de outras mineradoras na região.

O g1 entrou em contato com o Governo de Minas Gerais, a Secretaria do Meio Ambiente de Minas Gerais e com a Agência Nacional Mineração, mas ainda não teve retorno.

Previsão de ventos ainda mais fortes nesta segunda-feira (21) quando novas “nvens de poeira” devem cair sobre a “Cidade dos Profetas com um pico de 20 km/h.

O pó da riqueza: Congonhas (MG) fica em meio a “nuvem de poeira” da mineração novamente

Moradores da cidade de Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, registram “nuvem de poeira” na tarde deste sábado(19). A maior barragem em área urbana da América Latina está no município. A situação é registrada por quem vive na cidade há anos. Uma preocupação com a saúde dos moradores e um incômodo que virou rotina. A Mina Casa de Pedra, localizada na serra de mesmo nome, pertence à CSN Mineração.

Em nota a empresa declarou que um ciclone com rajadas de vento que podem chegar a 80 km/h está atuando na região. Disse ainda que interrompeu temporariamente as operações nos momentos de maior intensidade dos ventos, de modo a mitigar o impacto da poeira.

A empresa também afirmou em nota que reforça o cuidado com o meio ambiente atuando com um rígido controle da emissão de poeira decorrente, inclusive, dos efeitos sinérgicos relacionados à presença de outras mineradoras na região.

O g1 entrou em contato com o Governo de Minas Gerais, a Secretaria do Meio Ambiente de Minas Gerais e com a Agência Nacional Mineração, mas ainda não teve retorno.

Previsão de ventos ainda mais fortes nesta segunda-feira (21) quando novas “nvens de poeira” devem cair sobre a “Cidade dos Profetas com um pico de 20 km/h.

Crime ambiental: dejetos de animais são despejados em estrada e revoltam moradores

Um caminhão despejou na tarde de ontem (11) resíduos de restos de animais pela estrada da Água Preta, em Conselheiro Lafaiete (MG). Os moradores registraram em vídeo a mancha estentida até a comunidade de Rancho Novo poluindo a estrada e espalhando um mau cheiro insuportável. As cenas foram gravadas por um cinegrafista amador e, mesmo com a pouca qualidade, era visível notar o rastro de dejetos que tomavam conta de parte da estrada.

Além de crime ambiental, a ação crimonosa é um atentando a saúde pública. Esta não é a primeira vez do flagrante na estrada e moradores pedem mais fiscalização. Eles desconfiam que o caminhão lançaria os dejetos no Rio Ventura Luiz. Veja o vídeo abaixo:

Promotoria apura responsáveis desmatamento em Mata Atlântica pela prefeitura de Itaverava (MG); multas chegam a mais de R$ 200 mil

A promotoria está agilizando com celeridade nos casos de crimes ambientais em envolvendo a Prefeitura de Itaverava (MG). O Curador do Meio Ambiente, o Promotor Glauco Peregrino, abriu um procedimento para apurar as responsabilidades cíveis e criminais nos desmates e intervenções em área de preservação permanente para alargamento de estradas municipais. Um inquérito civil está em fase de instrução e diversos envolvidos já foram ouvidos entre eles o Prefeito José Flaviano (PT), o Nô”.

Na tarde do dia 17 de maio, militares foram acionado após denúncias de sitiantes de derrubadas de árvores do bioma da mata atlântica, na zona rural, em Itaverava (MG). Houve até invasão de propriedades particulares para abertura de uma estrada de servidão para o acesso a um minerada em fase de implantação, a Atlântica Carijós. A cidade vive a expectativa da chegada de recursos milionários da Cefem (Compensação Financeira pela Exploração Mineral).

A PM flagrou caminhão de madeira nativa, prendeu o motorista e apreendeu uma motosserra, um caminhão e uma retroescavadeira e um trator. O Prefeito José Flaviano (PR) e a Procuradora do Município, Samma Leão, compareceram na estrada durante a lavratura do boletim de ocorrência e informaram que não há licença ambiental para a supressão da mata nativa.

O veículo carregado de madeira nativa foi apreendido e levado para o pátio da prefeitura onde os produtos foram despejados e ficaram sob responsabilidade do prefeito na forma de depósito até decisão do órgão ambiental competente. A motoserra também foi apreendida.

As multas chegam a quase R$200 mil e foi destruída cerca de 15 mil m² de mata nativa. Apesar dos crimes ambientais, a obra segue em ritmo intenso.

Em meio a chegada de investimentos milionários, obra é suspensa por danos a Mata Atlântica e caminhão de madeira é apreendido

Os policiais militares foram acionados na tarde de quarta-feira (17) em uma estrada rural de Itaverava (MG), perto da Fazenda dos Cunhas, após graves denúncias de diversos sitiantes para apurar diversos crimes ambientais e suposta invasão de propriedades rurais para abertura de estrada que daria acesso a uma minerada em fase de implantação.

Segundo informações foram danificadas cercas, porteiras do seu terrenos para o alargamento/ampliação da estrada vicinal do município e de particular/servidão dos proprietários/moradores do local. A denúncia aponta o uso de motoserras para corte irregular de árvores de Mata Atlântica.

Já no local, a PM flagrou carga de madeira nativa em um caminhão que presta serviço a prefeitura de Itaverava. Na fiscalização foram identificados diversos crimes de corte ilegal e possíveis danos aos cursos d’água. Um caminhão, uma retroescavadeira, um trator e uma motosserra foram apreendidos no local.

O Prefeito José Flaviano (PR) e a Procuradora do Município, Samma Leão, compareceram na estrada durante a lavratura do boletim de ocorrência e informaram que não há licença ambiental para a supressão da mata nativa.

O motorista e operador da motosserra ilegal foram presos e liberados por se tratar de crime de menor potencial comprometendo-se a comparecer ao juizado especial criminal em audiência preliminares no Fórum da Comarca de Conselheiro Lafaiete, além de aplicação de multas de R$100 mil. O veículo carregado de madeira nativa foi apreendido e levado para o pátio da prefeitura onde os produtos foram despejados e ficaram sob responsabilidade do prefeito na forma de depósito até decisão do órgão ambiental competente. A motosorra também foi apreendida.

Meio ambiente

A denúncia foi registrada em um boletim ocorrência da Polícia Militar Ambiental. Os sitiantes afirmam que a estrada foi aberta por eles. Já o Prefeito José Flaviano apresentou uma Lei de 2004 de autorização de servidão administrativa para a sua manutenção.

Comunidade e MAB revelam anatomia de crime da Green Metals em Belo Vale; minério chegou ao Rio Paraopeba

Enxurrada de rejeito minerário saiu de dentro da mineradora Green Metals durante chuva torrencial na tarde de 14 de abril, na Mina da Baixada, em Belo Vale MG, quando sólidos solúveis e sólidos sedimentáveis atingiram o ambiente natural e estruturas edificadas, públicas e privadas, inclusive a estrada recentemente pavimentada com recursos públicos. O rejeito caiu no Córrego das Flores afluente do Córrego dos Moreiras, o qual desagua no Paraopeba.

Nesses casos, empresas e governos sempre colocam a culpa em São Pedro. Mas transferir responsabilidade de crimes para fenômeno natural não se sustenta. A Green Metals tem, ali, um histórico criminoso! Em março de 2019, ocorreu o mesmo fato com a mesma empresa no mesmo local e ela não fez as adequações devidas. Moradores da Comunidade Pinto, que fica debaixo da área minerada, vem sofrendo há muito tempo com poeira, sujeira na água, insegurança em relação ao futuro e frustração com autoridades subservientes. Toda a região sente a desvalorização de seus imóveis.
As famílias atingidas cobram do estado brasileiro e dos governos, desde o nível municipal ao federal, punição da Green Metals, ressarcimento dos danos causados, adequação das estruturas da empresa à natureza do empreendimento e fiscalização eficaz para que crimes desse tipo não se repitam. E o Movimento dos Atingidos por Barragens, por sua vez, expressa sua solidariedade às famílias atingidas e se coloca à disposição para somar força à luta e à organização popular.

Minério foi carreado para o Rio Paraopeba como mostra as águas barrentas/REPRODUÇÃO

Entendendo as causas do crime

A Green Metals opera na Mina da Baixada extraindo ferro, em cava aberta com tratamento a úmido. Ainda presta serviço a outras mineradoras, ‘beneficiando’ o mesmo mineral e transportando pela rodovia MG 443, com intenso tráfego de carreta na estrada.

Esse processo de exploração mineral gera rejeito que é depositado, temporariamente, em diques escavados e ‘dragados’ com escavadeira e transportado em caminhões para área interna da mineração, onde é depositado, em definitivo. Assim, áreas de extração e de depósito de rejeito se misturam dentro da empresa. Não existe nenhuma cobertura sobre a mina e suas estruturas, o que possibilita o carreamento desse material na enxurrada, nas chuvas fortes.

O sistema canaliza a enxurrada para um reservatório SUMP, para o qual a drenagem da mina e dos locais de rejeito são direcionados. Devido ao SUMP não ser compatível com a realidade do empreendimento, ele não comporta as enxurradas minerais e transborda.

Prefeitura de Belo Vale emite nota transbordamento de água de mineradora que atingiu comunidade

Na tarde da última sexta feira (14), o município de Belo Vale foi atingido por um forte volume de chuva, cerca de 50 mm em um intervalo de 2 horas. Em decorrência do grande volume de chuva, houve um extravasamento de água de um sump da mineradora Green Metals Soluções Ambientais, que carreou água e resíduos minerais em três pontos da estrada vicinal, atingindo em um ponto, uma propriedade em construção na comunidade de Córrego dos Pintos. Não houve vítimas, e, uma vez que a mineradora não trabalha com esse método em suas operações, não foi rompimento de barragem.

A comunidade não teve o abastecimento de água interrompido. Equipe da Prefeitura e mineradora estiveram no local durante a noite para prestar o apoio e assistência necessária à comunidade.

Na manhã do sábado, 16 de abril, o Prefeito Municipal, juntamente com a Secretária Municipal de Meio Ambiente e equipe estiveram percorrendo todo o local e depois se reuniram com os proprietários da casa atingida e servidores da mineradora.

Durante todo o dia equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente permaneceu no local e acompanhou a Mineradora na limpeza da via e do imóvel. A Secretária Municipal de Meio Ambiente acompanhou também a Polícia Ambiental em uma fiscalização na tarde deste sábado para que sejam tomadas as providências cabíveis, nas esferas Municipal e Estadual.

Crime ambiental: temporal atinge área de mineradora e polui Rio Paraopeba em Belo Vale

Um temporal atingiu na tarde desta sexta-feira (14) na área da mineradora Green Metals, em Belo Vale, na Região Central de Minas Gerais, e provocou uma enxurrada com barro chegando a comunidade dos Pintos. Não houve vítimas. As estradas rurais foram comprometidas.

A água de barro da mineração contaminou diversos córregos atingindo o Rio Paraopeba, em mais um desastre ambiental. A água que abastece a comunidade também foi comprometida. Defesa Civil de Velo Vale e o Prefeito Nequinha (MDB) estão reunidos neste momento com a mineradora para dimensionar o tamanho dos impactos ambientais e minimizar os prejuízos a comunidade.

A Mina da Baixada não possui barragem e o sistema de drenagem da mina verteu água por causa do grande volume de chuva. Em março de 2019, a Comunidade do Pintos também foi atingida por um transbordamento e a à época a empresa se comprometeu a aperfeiçoar a drenagem para diminuir os impactos do excesso de chuva. Segundo informações, a empresa está fazendo um mutirão/operação para “corrigir” impactos.

Nossa reportagem não conseguiu contato com mineradora Green Metals.

Mais queimadas: incêndios consomem mais de 7 hectares

O Corpo de Bombeiros de São João del-Rei foi acionado, entre a tarde e a noite deste sábado, dia 30, para atendimento de duas ocorrências de incêndio em vegetação. No primeiro dos casos, a equipe se deslocou para a estrada que dá acesso à Fazenda do Pombal, onde uma vasta área de pastagem se incendiou, vindo a ameaçar residências próximas. De acordo com o Sargento Alex, chefe da equipe que atendeu a ocorrência, “quando chegamos, nos deparamos com uma extensa linha de fogo e o risco principal estava próximo a algumas residências. Com o uso de abafadores e bombas manuais de água, conseguimos apagar as chamas e fazer o rescaldo”. Ainda segundo os Bombeiros, o incêndio queimou uma área de aproximadamente cinco hectares.

Logo após este atendimento, a equipe se deslocou, já no início da noite, para realizar combate às chamas que tomavam a vegetação às margens da MGC 383, próximo ao Km 93. Neste local, o fogo queimou cerca de dois hectares, vindo a colocar em risco os motoristas que trafegavam por lá. Sobre este atendimento, Alex afirma que “Incêndios às margens de rodovias são especialmente perigosos, pois, além da ameaça representada pelo fogo em si, há o problema relacionado à fumaça, que vai para a pista e pode ocasionar acidentes”. Com o uso de abafadores, os Bombeiros conseguiram apagar as chamas, eliminando, assim, o risco.

Equipe que atendeu a ocorrência: Sargentos Alex e Luiz e Cabo Davin

Vallourec diz que sirenes foram acionadas e BR 040 foi interditada de imediato quando dique transbordou

Em nota enviada a nossa redação, a VSB detalhou o transbordamento da barragem da Mina de Pau Branco, em Nova Liima (MG). “A Vallourec informa que não houve rompimento de barragem em sua unidade Mineração. Em função das chuvas excessivas dos últimos dias, houve um carreamento de material sólido da pilha Cachoeirinha para o Dique Lisa, localizado em Nova Lima, ocasionando o transbordamento desse dique, que fica próximo à BR 040.

O dique em questão é uma estrutura de contenção de águas pluviais e não se trata, portanto, de uma barragem de rejeitos de mineração. Importante esclarecer, ainda, que o maciço se encontra íntegro e não houve rompimento da estrutura.

Em decorrência desse transbordamento e em conformidade com o PAEBM, as sirenes foram devidamente acionadas, na manhã deste sábado (8/1), às 10h31. Como consequência, a BR 040 foi interditada de imediato, pela administradora da rodovia.

A Empresa já acionou os órgãos competentes e está trabalhando em conjunto com as autoridades para minimizar os transtornos ocorridos. De acordo com as apurações preliminares, não há registro de vítimas”.

Via 040

Nova Lima (Alphaville) – km 562, interdição total da rodovia por material carreado de mineradora (Vallourec). Congestionamento por 2 km no sentido BH. Sentido RJ os motoristas estão sendo orientados a retornar em pontos entre o B. Olhos D’Água e o B. Vale do Sol. Consultar aplicativos para rotas alternativas, exclusivo para automóveis.

Equipes atuando no local, plataforma rodoviária passando por avaliação técnica, sem indicação de comprometimento até o momento. Sem previsão de liberação. Aguarde atualizações.

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